Plano de saúde empresarial a partir de duas vidas

O contrato por CNPJ entra mais barato e costuma dispensar carência. O que quase ninguém mostra antes de assinar é o reajuste do segundo ano, que não tem teto da ANS e decide se a economia se mantém.

  • Cotação sem custo e sem compromisso
  • Histórico de reajuste das operadoras na mesa
  • Aceitamos CNPJ sem funcionários, inclusive MEI
Pequena equipe em reunião. Imagem ilustrativa.
Imagem ilustrativa.
  • Corretora registrada na Susep
  • Várias seguradoras em uma só cotação
  • Um corretor do primeiro contato ao sinistro
  • Sinistro acompanhado até o pagamento
  • Resposta no WhatsApp no mesmo dia útil
  • Recotação 30 dias antes de cada renovação
  • Você não paga nada a mais pela corretagem
  • Zero telemarketing e zero repasse de dados
  • Dados protegidos pela LGPD
  • Atendimento em todo o Brasil

Plano de saúde empresarial: regras que valem para todos

Plano de saúde empresarial é o contrato coletivo firmado entre uma pessoa jurídica e uma operadora para dar assistência à saúde a sócios, funcionários e seus dependentes, com preço por vida menor que o do plano individual e regra de reajuste livremente negociada.

Quem pode contratar

Qualquer CNPJ ativo, inclusive MEI, sociedade sem funcionários e profissional com empresa aberta para a própria atividade.

A partir de quantas vidas

A maioria das operadoras trabalha com duas vidas. Algumas aceitam uma única vida no caso do MEI.

Carência

Costuma ser reduzida ou dispensada em contratos empresariais, o que é o principal motivo da migração.

Reajuste

Negociado no aniversário do contrato, sem teto da ANS. Contratos com menos de trinta vidas entram em agrupamento.

O que é plano de saúde empresarial e quem pode contratar

A regra de elegibilidade é mais aberta do que a maioria das pessoas imagina.

Plano de saúde empresarial é o contrato coletivo em que uma pessoa jurídica contrata a assistência à saúde para quem tem vínculo com ela, e a operadora cobra um preço por vida mais baixo porque avalia o risco do grupo, não da pessoa.

O vínculo aceito não é só o de empregado registrado. Sócio, administrador e titular de firma individual entram no contrato como beneficiários, e é por isso que empresas sem nenhum funcionário conseguem contratar. O que a operadora confere é a existência do CNPJ ativo e a comprovação da relação de cada pessoa com ele.

Dependentes entram pelo grau de parentesco previsto nas regras da operadora, normalmente cônjuge ou companheiro, filhos e enteados até a idade limite. Em alguns contratos entram pais e netos. Cada inclusão mexe na mensalidade conforme a faixa etária da pessoa incluída.

A diferença para o coletivo por adesão é o tipo de vínculo: lá é preciso pertencer a um conselho, sindicato ou associação, aqui basta o CNPJ. A diferença para o plano individual está no reajuste, que no empresarial é negociado e no individual tem teto fixado pela ANS.

Receba as opções de plano de saúde empresarial

Leva menos de dois minutos. O retorno traz a rede credenciada e o histórico de reajuste de cada operadora.

Com DDI do país. Exemplo para o Brasil: +55 11 90000 0000

Sem custo e sem compromisso. A aceitação e as condições dependem da análise da operadora sobre o CNPJ e o grupo.

Documentos exigidos para contratar o plano empresarial

A lista é curta, e reunir tudo antes acelera a emissão em alguns dias.

A operadora pede documentos que comprovem três coisas: que a empresa existe e está ativa, que cada pessoa tem vínculo com ela, e a situação de saúde declarada de cada beneficiário.

Documentos exigidos para contratar o plano empresarial
DocumentoO que ele comprovaObservação prática
Cartão CNPJ atualizadoQue a empresa existe e está com a situação cadastral ativaEmpresa recém-aberta costuma ser aceita, mas algumas operadoras pedem tempo mínimo de constituição.
Contrato social ou certificado de MEIO vínculo de sócios e administradores com o CNPJÉ o documento que permite ao dono entrar no contrato sem ter folha de pagamento.
Relação de empregados ou folhaO vínculo dos funcionários que vão entrarEmpresa sem funcionários não apresenta este item, e isso não impede a contratação.
Documento e comprovante de cada vidaA identificação dos beneficiários e dependentesDependente exige comprovação do parentesco, como certidão de casamento ou de nascimento.
Declaração de saúde assinadaA condição de saúde de cada pessoa na entradaPreencher com franqueza é o que protege a cobertura. Omissão é motivo de negativa depois.

Contrato com carência reduzida costuma exigir que todas as vidas entrem na mesma data de início. Inclusões posteriores podem cumprir carência normal.

O que forma o preço do plano de saúde empresarial

Seis variáveis, e três delas você consegue ajustar antes de fechar.

O preço por vida do plano empresarial nasce da idade de cada beneficiário, do número de vidas, da rede escolhida, da abrangência, do tipo de acomodação e da presença de coparticipação.

O que forma o preço do plano de saúde empresarial
VariávelEfeito no preçoDá para ajustar
Faixa etária de cada vidaÉ o fator de maior peso. A tabela tem dez faixas e a última começa aos 59 anosNão, mas dá para antecipar o salto da próxima faixa na hora de escolher.
Número de vidasGrupos maiores costumam alcançar tabelas melhores por vidaSim, incluindo dependentes que ficariam de fora.
Rede credenciadaRedes com hospitais de alto custo elevam bastante a mensalidadeSim, escolhendo a rede pelos prestadores que o grupo usa de verdade.
Abrangência geográficaMunicipal e regional custam menos que nacionalSim, quando a equipe está concentrada em uma região.
AcomodaçãoEnfermaria custa menos que apartamentoSim, e costuma ser a economia mais fácil de aceitar.
CoparticipaçãoReduz a mensalidade e cobra percentual por procedimento usadoSim, e vale simular com o uso esperado do grupo.

Os valores por operadora e cidade mudam com frequência e não são publicados em tabela única. Inserir aqui a faixa de preço por vida praticada nas operadoras com as quais a WTS opera, com a data de apuração.

O reajuste do segundo ano que ninguém mostra na venda

É aqui que o contrato empresarial barato deixa de ser barato.

No plano individual, o reajuste anual tem teto definido pela ANS. No empresarial não existe teto: o percentual é negociado entre a operadora e a empresa, com base na sinistralidade do contrato, ou seja, na relação entre o que o grupo usou e o que pagou.

Para conter distorções em grupos pequenos, a regulação criou o agrupamento de contratos. Contratos com menos de trinta vidas de uma mesma operadora são reunidos em um pool, e todos recebem o mesmo índice. Isso protege quem usou muito e penaliza quem usou pouco, e explica por que uma empresa de três vidas às vezes recebe reajuste alto sem ter acionado quase nada.

A consequência prática para quem está decidindo: comparar apenas a mensalidade de entrada é um erro previsível. Pedir o histórico de reajuste dos últimos ciclos de cada operadora muda a decisão em boa parte dos casos, porque a mais barata na entrada costuma não ser a mais barata no terceiro ano.

30 vidasé o limite abaixo do qual a operadora precisa agrupar os contratos e aplicar o mesmo percentual de reajuste a todos eles.Regra de agrupamento de contratos coletivos da Agência Nacional de Saúde Suplementar

Plano empresarial ou individual: qual compensa

A resposta muda conforme o tempo que você pretende ficar no contrato.

O empresarial ganha na entrada e na carência. O individual ganha na previsibilidade do reajuste e na proteção contra rescisão.

Plano empresarial ou individual: qual compensa
CritérioEmpresarialIndividual ou familiar
Preço de entradaMenor por vida na maioria das operadorasMaior, porque o risco é avaliado pessoa a pessoa
CarênciaCostuma ser reduzida ou dispensadaIntegral na maioria dos contratos
Reajuste anualNegociado, sem teto da ANS, com agrupamento abaixo de trinta vidasCom teto anual definido pela ANS
Rescisão pela operadoraPode não renovar o contrato no aniversário, atingindo todo o grupoSó por fraude ou inadimplência acima de sessenta dias
Oferta disponívelAmpla, quase todas as operadoras comercializamReduzida, poucas operadoras vendem
Quando escolherQuem tem CNPJ e quer entrar rápido, com custo menor agoraQuem prioriza estabilidade de preço e não pode perder o contrato

Quem tem CNPJ e pretende ficar muitos anos no mesmo plano deve pesar os dois cenários. Em alguns casos a diferença acumulada de reajuste supera a economia da entrada já no terceiro ou quarto ano.

O que os donos de empresa perguntam antes de assinar

Seis situações concretas que aparecem na contratação por CNPJ.

Estas são as dúvidas mais frequentes de quem vai contratar plano de saúde empresarial pela primeira vez.

Minha empresa não tem funcionários, posso contratar?

Pode. Sócio e administrador entram como beneficiários pelo contrato social, sem necessidade de folha de pagamento. A maioria das operadoras exige duas vidas, o que costuma ser resolvido incluindo um dependente ou o segundo sócio.

Sou obrigado a incluir todos os funcionários?

Depende da operadora e do produto. Alguns contratos exigem a adesão de um percentual mínimo da folha, outros permitem grupo restrito a sócios. Essa condição precisa estar clara na proposta, porque afeta o preço por vida.

A empresa precisa pagar parte da mensalidade?

Não necessariamente. Existem contratos em que a empresa apenas viabiliza a contratação e cada beneficiário paga a própria parte, o chamado custeio integral pelo beneficiário. A forma de custeio consta do contrato e influencia obrigações trabalhistas.

Abri a empresa mês passado, consigo contratar?

Muitas operadoras aceitam CNPJ recém-aberto, e algumas exigem tempo mínimo de constituição, normalmente seis meses. Quando existe essa exigência, o caminho costuma ser outra operadora, não a espera.

Se eu fechar a empresa, perco o plano?

O contrato coletivo depende da existência do vínculo. Encerrada a empresa, o beneficiário tem direito à portabilidade de carências para um plano individual ou outro coletivo compatível, desde que cumpra os requisitos e faça o pedido nos prazos da regulação.

Posso trocar de operadora todo ano para fugir do reajuste?

Pode, e é comum. O cuidado é com a carência na operadora nova: se a portabilidade não se aplicar, o grupo recomeça os prazos. Em contratos empresariais, muitas operadoras aceitam aproveitamento de carência mediante comprovação do plano anterior.

Perguntas frequentes sobre plano de saúde empresarial

As dúvidas que mais aparecem na contratação por CNPJ, com a regra que vale em qualquer operadora.

Plano de saúde empresarial tem carência?

Pode ter, mas na prática a maioria das operadoras reduz ou dispensa a carência em contratos empresariais, sobretudo quando todas as vidas entram na mesma data. A dispensa precisa estar escrita na proposta ou no aditivo, porque promessa verbal não sustenta atendimento negado.

Qual o número mínimo de vidas para contratar?

A maior parte do mercado trabalha a partir de duas vidas. Algumas operadoras aceitam uma única vida quando o titular é MEI. Abaixo desse mínimo, a alternativa costuma ser o plano coletivo por adesão, quando existe vínculo com entidade de classe.

A empresa precisa ter faturamento para contratar?

Não existe exigência de faturamento mínimo. O que a operadora avalia é a situação cadastral ativa do CNPJ e a comprovação do vínculo de cada beneficiário. Empresa sem movimento costuma ser aceita, desde que regular.

O plano empresarial cobre dependentes?

Cobre, conforme as regras de cada operadora. Em geral entram cônjuge ou companheiro, filhos e enteados até a idade limite prevista, e em parte dos contratos também pais e netos. Cada dependente é cobrado pela sua faixa etária.

Quem define o reajuste do contrato empresarial?

O reajuste é negociado entre a operadora e a empresa contratante no aniversário do contrato, com base na sinistralidade. Em contratos com menos de trinta vidas, a operadora é obrigada a aplicar o mesmo índice a todo o agrupamento desses contratos.

A operadora pode cancelar o contrato da minha empresa?

Pode deixar de renovar o contrato no aniversário, respeitada a notificação prevista em cláusula. Diferente do plano individual, onde a rescisão só ocorre por fraude ou inadimplência, no coletivo a não renovação atinge o grupo inteiro e não uma pessoa pelo uso.

Vale a pena abrir CNPJ só para contratar o plano?

Vale quando existe atividade real e quando a economia anual supera o custo de abrir e manter a empresa. A conta precisa considerar o reajuste sem teto: em contratos longos, a vantagem inicial pode ser consumida em poucos ciclos.

Posso ter plano empresarial e plano individual ao mesmo tempo?

Pode. São contratos independentes e não há impedimento regulatório. Na prática isso costuma ser usado em transição, quando alguém mantém o plano antigo até confirmar que a rede do novo atende, e cancela depois.

O que acontece com o plano se um sócio sair da empresa?

O beneficiário perde o vínculo que sustentava a adesão e deixa o contrato. A partir daí cabe portabilidade de carências para outro plano compatível, desde que o pedido seja feito dentro dos prazos e requisitos definidos pela regulação.

Contratar por CNPJ dá direito a alguma dedução?

Despesa com plano de saúde de funcionários é registrada na contabilidade da empresa conforme o regime tributário adotado, e o tratamento varia entre Simples Nacional, lucro presumido e lucro real. A confirmação de como isso entra na sua apuração deve ser feita com o contador da empresa.

Coloque a sua equipe no plano certo pelo CNPJ

Rede conferida, carência confirmada por escrito e o histórico de reajuste na mesa antes da assinatura.

Pequena equipe em reunião. Imagem ilustrativa.
Imagem ilustrativa.