Proteção de renda para quem para de faturar se parar de trabalhar

Autônomo, liberal e dono de negócio não têm afastamento remunerado. Estas coberturas pagam a você, ainda em vida, quando uma doença ou um acidente tira a sua capacidade de gerar renda.

  • Simulação sem custo e sem compromisso
  • Coberturas que pagam ao próprio segurado
  • Comparação entre seguradoras na mesma base
Profissional autônomo trabalhando. Imagem ilustrativa.
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  • Corretora registrada na Susep
  • Várias seguradoras em uma só cotação
  • Um corretor do primeiro contato ao sinistro
  • Sinistro acompanhado até o pagamento
  • Resposta no WhatsApp no mesmo dia útil
  • Recotação 30 dias antes de cada renovação
  • Você não paga nada a mais pela corretagem
  • Zero telemarketing e zero repasse de dados
  • Dados protegidos pela LGPD
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Proteção de renda: o que cobre e para quem serve

Proteção de renda é o conjunto de coberturas de seguro de pessoas que pagam ao próprio segurado quando ele perde, de forma temporária ou permanente, a capacidade de trabalhar e de gerar renda.

Doenças graves

Paga o capital contratado na confirmação do diagnóstico previsto em apólice, sem exigir que você pare de trabalhar.

Invalidez

Paga por acidente de forma proporcional ao grau da perda, e por doença quando a incapacidade é total e permanente.

Diária de internação

Paga um valor por dia de internação hospitalar, a partir da carência de dias prevista no contrato.

Incapacidade temporária

Paga uma renda mensal durante o período de afastamento, pelo prazo máximo contratado.

O que é seguro de proteção de renda

Não é um produto único. É um arranjo de coberturas que pagam a você, e não aos herdeiros.

Proteção de renda é o conjunto de coberturas de seguro de pessoas que indenizam o próprio segurado diante de eventos que interrompem a capacidade de trabalhar, como doença grave, invalidez, internação hospitalar e incapacidade temporária.

A diferença para o seguro de vida tradicional está em quem recebe. Na cobertura de morte, o capital vai para os beneficiários. Nas coberturas de proteção de renda, o dinheiro entra na sua conta enquanto você está vivo, justamente no período em que a receita para de chegar e as despesas continuam.

O produto costuma ser montado como um conjunto dentro da mesma apólice de seguro de pessoas. Você escolhe quais riscos quer cobrir e qual valor quer receber em cada um, e o prêmio é a soma dessas escolhas. Não faz sentido contratar tudo: faz sentido cobrir o que a sua reserva financeira não aguenta.

Quem tem carteira assinada tem uma rede de proteção parcial, com afastamento pago pelo empregador nos primeiros quinze dias e benefício do INSS depois, sujeito a perícia. Quem é autônomo, liberal ou dono de negócio não tem nada disso automaticamente, e por isso é quem mais sente a falta dessas coberturas.

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Leva menos de dois minutos. O retorno mostra quanto entraria por mês se você não pudesse trabalhar.

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Sem custo e sem compromisso. A aceitação e o preço dependem da análise de risco da seguradora.

As coberturas que formam um seguro de proteção de renda

Cada uma resolve um problema diferente. Contratar todas raramente é necessário.

A escolha entre as coberturas de proteção de renda depende de uma pergunta só: qual interrupção de faturamento você não conseguiria absorver com a própria reserva financeira.

As coberturas que formam um seguro de proteção de renda
CoberturaQuando pagaPara quem costuma fazer mais sentido
Doenças gravesNa confirmação do diagnóstico de uma das doenças listadas na apólice, em pagamento únicoQuem precisa de dinheiro imediato para tratamento, adaptação e redução de jornada, sem depender de perícia.
Invalidez por acidenteNa perda funcional decorrente de acidente, proporcional ao grau previsto na tabelaQuem exerce atividade com deslocamento constante ou trabalho manual.
Invalidez por doençaQuando a incapacidade se torna total e permanente para qualquer atividadeQuem tem a renda inteiramente dependente da própria capacidade física ou cognitiva.
Diária de internaçãoPor dia de internação hospitalar, após a franquia de dias do contratoAutônomo que deixa de faturar no dia em que não atende, como motorista, dentista e prestador de serviço.
Incapacidade temporáriaRenda mensal durante o afastamento, pelo prazo máximo contratadoProfissional liberal sem afastamento remunerado e sem reserva para vários meses parado.
Desemprego involuntárioParcelas mensais após a demissão sem justa causa, conforme as regras do contratoEmpregado com carteira assinada que tem despesa fixa alta e pouca reserva.

A lista de doenças cobertas e a definição de invalidez mudam bastante entre seguradoras. É nesse detalhe, e não na mensalidade, que se decide se a indenização será paga sem discussão.

Quem mais precisa proteger a própria renda

Situações em que uma parada de três meses vira um problema estrutural.

A necessidade de proteção de renda cresce na proporção em que o faturamento depende da sua presença, e diminui na proporção da sua reserva financeira.

Profissional liberal com consultório

Faturamento cai a zero no dia em que ele para de atender, enquanto aluguel, equipe e equipamento continuam correndo. A diária de internação e a incapacidade temporária costumam ser as primeiras escolhas.

Autônomo sem vínculo

Não tem afastamento pago e nem sempre tem contribuição previdenciária em dia. A cobertura de doenças graves resolve o caixa imediato e não depende de perícia.

Sócio de empresa pequena

A ausência dele trava decisão, venda e operação. Costuma combinar proteção pessoal com cobertura de pessoa-chave dentro da empresa.

Motorista e trabalhador de rua

Exposição maior a acidente e renda ligada a quilômetro rodado ou entrega feita. Invalidez por acidente e diária de internação são as coberturas mais compatíveis.

Família de renda única

Quando uma só pessoa sustenta a casa, qualquer afastamento longo vira dívida. A conta precisa considerar todas as despesas fixas, não só a alimentação.

Quem tem financiamento longo

Parcela de imóvel não espera recuperação. Proteger a renda evita que meses de afastamento comprometam o patrimônio já conquistado.

Por que o benefício do INSS não substitui o seguro

Três diferenças práticas que aparecem no mês em que o dinheiro precisa entrar.

A primeira diferença é o valor. O benefício por incapacidade é calculado sobre o salário de contribuição e está sujeito ao teto do regime geral. Quem ganha acima desse teto recebe bem menos do que recebia, e quem contribui pelo mínimo recebe perto do mínimo, independentemente do padrão de vida que precisa sustentar.

A segunda é o tempo e o critério. O benefício depende de requerimento, de carência de contribuições e de perícia médica, que pode concluir pela capacidade para o trabalho e negar o pedido. O seguro privado paga conforme a definição escrita na apólice, o que torna a leitura dessa definição a parte mais importante da contratação.

A terceira é a natureza do pagamento. A cobertura de doenças graves paga um capital único na confirmação do diagnóstico, mesmo que você continue trabalhando. Isso cobre o custo que o tratamento cria de imediato, que não é coberto por benefício de afastamento nem por plano de saúde, como deslocamento, cuidador, adaptação da casa e redução de jornada.

Teto e períciasão as duas limitações que fazem o benefício previdenciário chegar menor e mais tarde do que a renda que a pessoa perdeu. O seguro privado paga pela definição escrita na apólice, sem perícia do regime geral.Regras de cálculo e concessão de benefícios por incapacidade do regime geral de previdência

Como calcular o valor que você precisa receber

Três números que você já conhece e quase nunca soma.

O valor adequado de proteção de renda parte da despesa fixa mensal da casa e do negócio, descontada da renda que continuaria entrando de outras fontes, e considera a franquia em dias que você consegue bancar.

Número 1

A sua despesa fixa mensal

Some moradia, alimentação, escola, plano de saúde, parcelas e custo fixo do negócio. É o piso da renda mensal que precisa ser reposta.

Número 2

O que continuaria entrando

Aluguel recebido, renda do cônjuge, benefício previdenciário estimado e retorno de aplicações. Isso reduz o valor a contratar.

Número 3

Por quanto tempo

Quantos meses a sua reserva aguenta e quantos meses um afastamento realista exigiria na sua atividade. Define a franquia em dias e o prazo de indenização.

Calcular a renda que preciso proteger

O que trava a decisão de contratar proteção de renda

Seis objeções que aparecem em praticamente todo atendimento, com a resposta que está escrita nas condições gerais.

Estas são as objeções mais comuns de quem avalia um seguro de proteção de renda, e todas se resolvem lendo a definição da cobertura antes de assinar.

Já tenho plano de saúde, isso não basta?

Plano de saúde paga o hospital e o médico. Ele não paga a sua conta de luz, o aluguel do consultório nem a escola das crianças durante os meses em que você não fatura. São produtos complementares que resolvem problemas diferentes.

Se eu me curar, preciso devolver o dinheiro?

Não. A cobertura de doenças graves paga um capital único na confirmação do diagnóstico previsto e o valor é seu, independentemente da evolução do tratamento. Nas rendas mensais, o pagamento cessa quando termina o período de incapacidade previsto em contrato.

A seguradora vai achar um jeito de não pagar?

A negativa costuma ter origem em duas coisas: informação omitida na declaração de saúde e expectativa diferente da definição escrita na apólice, sobretudo em invalidez por doença. Ler a definição antes de assinar resolve a maior parte desses conflitos.

Tenho contribuição do INSS em dia, preciso disso?

A contribuição garante um benefício limitado ao teto do regime geral e condicionado à perícia. Se a sua renda é maior que o teto ou se você não conseguiria esperar o prazo de análise, o seguro cobre exatamente essa distância.

Posso contratar só a cobertura de doenças graves?

Pode, e é um caminho comum para quem tem orçamento apertado. Ela costuma ser a cobertura com melhor relação entre prêmio e utilidade para autônomos, porque paga rápido e não exige comprovação de afastamento.

Minha profissão é de risco, vão recusar?

Atividade de risco costuma ser aceita com prêmio maior ou com restrição em coberturas específicas. O que não funciona é declarar uma ocupação diferente da real para pagar menos, porque a divergência aparece na análise do sinistro e compromete a indenização.

Da simulação da renda à apólice emitida

Começando pela conta do que você precisa receber, e não pelo preço.

O atendimento na WTS parte da sua despesa fixa e da sua reserva para definir o valor e o período de indenização de cada cobertura, antes de comparar qualquer preço.

Etapa 1

Levantamento da sua renda

Despesa fixa, o que continuaria entrando e quantos meses a reserva aguenta. Daí sai o valor mensal e o capital de doenças graves.

Etapa 2

Comparação entre seguradoras

Mesmo valor, mesma franquia em dias e mesma lista de doenças, para que a diferença de preço signifique alguma coisa.

Etapa 3

Contratação e acionamento

Apoio na declaração de saúde, emissão e, se o evento acontecer, organização dos documentos para o aviso de sinistro.

Começar a simulação da minha proteção de renda

Escolha as coberturas de proteção de renda pelo seu risco

Dezessete páginas agrupadas por gatilho: o que dispara o pagamento em cada cobertura e para quem cada uma foi desenhada.

Cada cobertura tem um gatilho diferente, e o arranjo certo combina as que cobrem os riscos que a sua reserva não aguentaria absorver.

Como é a conversa sobre proteção de renda

A pergunta inicial é simples: quantos meses a sua reserva aguenta?

O atendimento sobre proteção de renda parte da sua despesa fixa e da sua reserva, porque é a distância entre as duas que define quais coberturas fazem sentido.

  • A conversa começa pela sua despesa fixa mensal
  • Cada cobertura é explicada pelo gatilho que a aciona
  • As definições contratuais são lidas antes da proposta
  • O arranjo é montado dentro do orçamento que cabe

Montar meu arranjo de proteção de renda

Foto: rosto da pessoa que atende pela WTS. Tamanho sugerido 60 por 60.
Camila, corretora WTSonline agora

Boa tarde. Sou autônomo e fiquei pensando no que acontece se eu não puder trabalhar.

Boa tarde. Aqui é a Camila, da WTS. É a pergunta certa. Me diz uma coisa: se você parasse hoje, quantos meses a sua reserva sustentaria a casa?

Olha, uns dois meses no máximo.

Então o foco é cobrir o começo do afastamento, que é o mais provável. Vou te explicar três coberturas com gatilhos diferentes e a gente escolhe pelas que o seu caixa não aguenta.

E se for uma doença séria, não só um afastamento?

Para isso entra a cobertura de doenças graves, que paga no diagnóstico sem exigir que você pare. Vou montar o arranjo com as duas coisas e te mostrar o custo de cada parte separado.

Exemplo de atendimento. Nomes fictícios.

Perguntas frequentes sobre proteção de renda

As dúvidas que mais aparecem em quem vive da própria capacidade de trabalhar.

Quais doenças entram na cobertura de doenças graves?

A lista é definida em cada apólice e costuma incluir câncer, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e insuficiência renal terminal, entre outras. O número de doenças e o estágio exigido para caracterizar o evento variam bastante, e é o item que mais merece comparação entre seguradoras.

Qual a diferença entre diária de internação e incapacidade temporária?

A diária paga por dia de internação hospitalar, independentemente de você poder ou não trabalhar depois da alta. A incapacidade temporária paga uma renda mensal durante o afastamento das suas atividades, mesmo sem internação, conforme a definição e a franquia em dias do contrato.

O que é franquia em dias nesse tipo de seguro?

É o número inicial de dias de internação ou de afastamento que não são indenizados. Franquia menor deixa o prêmio mais caro. Franquia maior reduz o prêmio e transfere a você a responsabilidade pelos primeiros dias, o que só funciona se existir reserva para cobri-los.

Autônomo que não contribui para a previdência pode contratar?

Pode. O seguro privado não exige vínculo previdenciário. O que a seguradora avalia é a ocupação declarada, a renda compatível com o valor pretendido e a condição de saúde informada no questionário.

A indenização de proteção de renda é tributada?

As indenizações de seguro de pessoas pagas por invalidez ou morte são isentas de imposto de renda. Coberturas com natureza de renda mensal podem ter tratamento diferente conforme a estrutura do produto, e vale confirmar o enquadramento com um contador antes de contratar.

Posso contratar proteção de renda junto com o seguro de vida?

Sim, e é o arranjo mais comum. As coberturas ficam na mesma apólice de seguro de pessoas, com a cobertura de morte protegendo a família e as coberturas de renda protegendo você enquanto vivo, cada uma com o seu capital.

Existe carência para doenças graves?

Sim. Os contratos costumam prever um prazo inicial em que o diagnóstico não gera indenização, e também um período mínimo de sobrevivência após o diagnóstico para que o pagamento seja devido. Os dois prazos vêm escritos nas condições gerais.

Se eu trocar de profissão, a cobertura continua valendo?

Continua, desde que você comunique a mudança à seguradora. Alteração para atividade de risco maior pode gerar agravo de prêmio ou revisão de coberturas, e a omissão pode ser tratada como agravamento intencional do risco na hora do sinistro.

Quanto tempo leva para receber depois do evento?

O prazo de regulação em seguro de pessoas é de até trinta dias contados da entrega de toda a documentação exigida. Pedido de documento complementar interrompe a contagem, então reunir laudo, exames e relatório médico completo desde o início é o que mais acelera o pagamento.

Vale contratar se eu já tenho uma boa reserva financeira?

Quanto maior a reserva, menor a necessidade de cobrir afastamentos curtos. Nesse caso o arranjo costuma mudar de forma: franquia em dias mais longa, foco em invalidez e em doenças graves, e valor dimensionado para o evento que a reserva não conseguiria absorver.

Garanta a renda que sustenta a sua rotina

A conta do que precisa entrar por mês, a comparação entre seguradoras e um corretor que organiza os documentos se o evento acontecer.

Profissional autônomo trabalhando. Imagem ilustrativa.
Imagem ilustrativa.