Quem pode entrar
Cônjuge, filhos e, em parte dos contratos, pais e demais dependentes.
Como a maioria dos contratos não varia por faixa etária, incluir um filho de oito anos custa o mesmo que incluir um pai de setenta. É a única família de produto de saúde em que isso acontece.
Plano odontológico familiar é o contrato em que o titular inclui dependentes com mensalidade por pessoa que, na maioria dos produtos, é igual para todos, independentemente da idade de cada um.
Cônjuge, filhos e, em parte dos contratos, pais e demais dependentes.
Mensalidade igual para cada beneficiário na maioria dos produtos.
Dentista perto de casa e da escola resolve mais que rede grande e distante.
Até 24 horas para urgência e até 180 dias para os demais procedimentos.
A inclusão de dependentes é mais simples que em plano de saúde.
Plano odontológico familiar é o contrato em que o titular inclui dependentes, cada um com mensalidade própria, normalmente de mesmo valor.
O núcleo aceito por praticamente todas as operadoras é cônjuge ou companheiro e filhos até a idade limite prevista. Pais e sogros entram em parte dos produtos, e como não há variação por faixa etária, a inclusão deles costuma ser proporcionalmente barata.
Essa é a diferença mais importante em relação ao plano de saúde familiar. Lá, incluir uma pessoa de setenta anos multiplica o custo. Aqui, ela costuma pagar o mesmo que uma criança, o que muda completamente a conta de famílias que cuidam dos pais.
Cada dependente é analisado individualmente na declaração de saúde odontológica. A operadora pode aplicar cobertura parcial temporária a procedimentos de alta complexidade ligados a uma condição declarada, sem que isso afete os demais beneficiários.
A ausência de faixa etária muda a conta da família inteira.
Em plano de saúde, a tabela tem dez faixas etárias e a última pode custar até seis vezes a primeira. Incluir um pai de setenta e cinco anos multiplica a mensalidade da família.
No odontológico, a maioria das operadoras cobra o mesmo valor por beneficiário, seja ele criança ou idoso. O custo assistencial da odontologia não cresce com a idade na mesma proporção, e a precificação reflete isso.
Na prática, famílias que não conseguem custear plano de saúde para os pais frequentemente conseguem custear o odontológico. É a porta de entrada mais viável para cuidar da saúde bucal de quem está em idade avançada, e costuma ser esquecida justamente por isso.
Sem faixa etáriana maior parte dos planos odontológicos. É o que torna viável incluir pais idosos no mesmo contrato da família.Estrutura de precificação por beneficiário em planos odontológicos
Cinco procedimentos comuns e como cada um é tratado.
A odontopediatria integra a cobertura obrigatória da segmentação odontológica, com os procedimentos previstos no rol.
| Procedimento | Situação na cobertura | O que observar |
|---|---|---|
| Consulta odontopediátrica | Cobertura obrigatória | Confirme se há odontopediatra na rede perto de casa. |
| Aplicação de flúor e selante | Cobertura obrigatória de prevenção | A periodicidade segue a indicação clínica. |
| Restauração em dente de leite | Cobertura obrigatória | Procedimento frequente na faixa escolar. |
| Tratamento de canal em dente de leite | Cobertura obrigatória, conforme o rol | Pode exigir autorização prévia. |
| Aparelho ortodôntico | Cobertura adicional, não obrigatória | Só em produtos com cobertura de ortodontia. |
Famílias com crianças em idade escolar devem confirmar a existência de odontopediatra credenciado, porque nem toda rede tem o especialista perto de casa.
Três filtros na ordem que evita arrependimento.
Em família, a rede precisa atender perfis diferentes ao mesmo tempo, e a distância pesa mais que o tamanho.
Comece pelo atendimento de urgência mais próximo. Dor de dente em fim de semana é o teste real de qualquer rede.
Se há crianças, o especialista precisa estar a uma distância que vocês percorreriam com criança chorando.
Só depois entram canal, periodontia e prótese, que são usos menos frequentes e mais programáveis.
Seis decisões que parecem economia e viram custo.
Estes são os tropeços mais frequentes de quem contrata odontológico para a família inteira.
Ortodontia é cobertura adicional. Contratar o básico e pagar aparelho particular costuma sair mais caro que contratar o produto certo.
Rede grande de clínico geral não resolve criança pequena. Confirme o especialista antes de fechar.
Sem faixa etária, incluir um idoso custa o mesmo que incluir uma criança. Vale simular antes de descartar.
Dente já comprometido precisa ser declarado. A omissão compromete a cobertura justamente no tratamento que motivou a contratação.
Rede espalhada pela cidade não é acionada em urgência. O que importa é quantos credenciados existem no seu bairro.
Se alguém da família tem MEI, o mesmo plano costuma sair mais barato e com carência reduzida.
Cada pessoa da casa usa uma cobertura diferente.
No plano odontológico familiar, o corretor da WTS levanta a idade e a necessidade de cada dependente antes de cotar, porque criança, adulto e idoso puxam coberturas diferentes dentro do mesmo contrato.
Queria um plano odontológico para mim, minha esposa e dois filhos.
Oi, aqui é a Marina, da WTS. Que idade têm as crianças?
Uma de sete e outro de treze.
Então a de sete puxa odontopediatria e o de treze provavelmente vai precisar de ortodontia em breve. São coberturas diferentes e nem todo plano familiar traz as duas.
E eu e minha esposa?
Me conta se algum de vocês tem tratamento pendente, prótese ou canal. Com isso eu monto uma comparação por vida, para você ver quanto custa cada pessoa e não só o total da fatura.
As dúvidas mais comuns de quem contrata para a casa inteira.
Na maior parte dos planos odontológicos não muda. A mensalidade é única por beneficiário, sem as faixas etárias que existem em plano de saúde, o que torna previsível o custo total da família.
Em parte dos produtos sim, respeitados os limites de idade de aceitação de cada operadora. Como não há variação por faixa etária, o custo de incluí-los costuma ser igual ao de qualquer outro beneficiário.
A idade limite varia por operadora e costuma ficar entre 18 e 24 anos, com extensão para quem comprova matrícula em curso superior em parte dos contratos.
Cobre. A odontopediatria integra a cobertura obrigatória da segmentação odontológica. A ressalva é verificar se existe especialista credenciado perto de onde a família mora.
Não na cobertura básica. Ortodontia é cobertura adicional, disponível apenas em produtos específicos, com mensalidade maior e regras próprias de carência.
Não é obrigatório, mas quando a operadora oferece redução de carência ela costuma exigir entrada simultânea. Incluir todos juntos costuma ser vantajoso por isso.
A carência é contada a partir da inscrição de cada beneficiário. Quem entra depois cumpre os prazos a partir da própria data de inclusão.
Dá, já que são contratos independentes. Isso costuma ser usado quando a rede ideal para as crianças é de uma operadora e a dos adultos é de outra.
Não impede. A condição deve ser declarada e pode gerar cobertura parcial temporária para procedimentos de alta complexidade ligados a ela, sem afetar os demais tratamentos.
Se alguém da família tem CNPJ ativo, inclusive MEI, costuma valer. O valor por vida é menor e a carência com frequência é dispensada na entrada conjunta.
Valor por pessoa sem variação por idade, rede conferida perto de casa e cobertura confirmada procedimento a procedimento.