Seguro auto contra perda total

O cenário que ele existe para cobrir

Essa cobertura não paga o retrovisor quebrado nem o para-choque amassado. Ela responde quando o carro deixa de existir como bem utilizável, que é exatamente o prejuízo que a maioria das pessoas não consegue absorver sozinha.

  • Critério de perda total conferido em cada seguradora
  • Base de indenização comparada em número
  • Custo confrontado com o da apólice completa
  • Só seguradoras registradas na Susep
  • Várias seguradoras em uma só cotação
  • Um corretor do primeiro contato ao sinistro
  • Sinistro acompanhado até o pagamento
  • Atendimento humano 24 horas por dia, todos os dias
  • Recotação 30 dias antes de cada renovação
  • Você não paga nada a mais pela corretagem
  • Zero telemarketing e zero repasse de dados
  • Dados protegidos pela LGPD
  • Atendimento em todo o Brasil

Perda total: o que aciona a indenização

Seguro contra perda total é a cobertura que indeniza o valor do veículo quando o custo do reparo ultrapassa o percentual do valor do carro definido em apólice, ou quando o veículo é roubado e não recuperado dentro do prazo contratual.

Esta é uma das opções explicadas no guia completo de seguro auto da WTS.

Perda total por dano

Quando o conserto passa do percentual do valor do carro previsto na apólice.

Perda total por roubo

Quando o veículo não é localizado dentro do prazo contratual.

Base de indenização

Valor de mercado referenciado ou valor determinado. Muda tudo.

Reparos pequenos

Ficam por sua conta. É essa troca que barateia o prêmio.

Quando a cobertura de perda total indeniza

O gatilho é o tamanho do prejuízo, não o tipo de acidente.

A indenização integral é devida quando o veículo é caracterizado como perda total pelos critérios da apólice, seja por dano, por roubo sem recuperação ou por evento da natureza de grande extensão.

Costuma acionar a indenização

  • Colisão que inviabiliza economicamente o reparo
  • Capotamento com dano estrutural ao veículo
  • Roubo ou furto sem recuperação no prazo contratual
  • Incêndio que consome o veículo
  • Enchente que alcança a parte elétrica e o motor
  • Queda de árvore ou desabamento sobre o carro

Costuma ficar fora

  • Reparo de amassados, riscos e pequenos danos
  • Troca de vidros, faróis e retrovisores
  • Danos causados a outras pessoas e veículos
  • Desgaste, manutenção e falha mecânica
  • Condutor sem habilitação válida ou sob efeito de álcool
  • Uso não declarado, como aplicativo de transporte

É uma cobertura desenhada para o pior cenário. Quem contrata aceita cuidar sozinho dos reparos pequenos em troca de um prêmio menor.

Receba propostas de cobertura contra perda total

Informe o veículo e como ele é usado. O corretor volta com o critério e a base de indenização de cada seguradora.

Com DDI do país. Exemplo para o Brasil: +55 11 90000 0000

Sem custo e sem compromisso. O critério de perda total e a base de indenização constam da apólice de cada seguradora.

O percentual que define a perda total

É a regra mais decisiva e a menos lida das condições gerais.

A seguradora caracteriza perda total quando o orçamento de reparo atinge um percentual do valor do veículo estabelecido na apólice. Abaixo desse percentual, o carro é consertado. Acima dele, a seguradora indeniza e fica com o salvado.

Esse percentual não é o mesmo em todo o mercado. A diferença de alguns pontos muda casos concretos: um mesmo acidente pode gerar indenização integral em uma apólice e reparo com franquia em outra, com consequências bem distintas para quem dirige.

Por isso a comparação precisa incluir esse número. Uma proposta mais barata com percentual mais alto é uma proposta que indeniza menos vezes, e essa informação quase nunca aparece no resumo comercial enviado por e-mail.

O percentualde perda total definido na apólice é o que separa indenização integral de reparo com franquia no mesmo acidente.Critério de caracterização de perda total em condições gerais de seguro de automóvel

Como o valor da indenização é calculado

Duas bases possíveis, com resultados bem diferentes.

O valor pago em uma perda total depende da base de indenização contratada, que pode acompanhar o mercado ou um valor fixado em apólice.

Como o valor da indenização é calculado
BaseComo funcionaQuando costuma ser melhor
Valor de mercado referenciadoPercentual aplicado sobre a tabela de referência no momento do sinistroCarros de linha, com cotação estável e fácil de comparar.
Valor determinadoQuantia fixa definida na contratação, independentemente da tabelaVeículos antigos, raros ou com valor de mercado difícil de apurar.
Percentual acima de cemReferência aplicada com acréscimo sobre a tabelaQuem quer margem para repor o carro considerando custos de transferência.
Percentual abaixo de cemReferência aplicada com redução sobre a tabelaQuem prioriza prêmio menor e aceita indenização abaixo do valor de mercado.

A base de indenização precisa constar da apólice em número, e não apenas como nome comercial. É esse dado que define quanto entra na sua conta no dia da perda total.

Para quem a cobertura enxuta compensa

Seis perguntas que indicam se essa é a escolha certa.

A cobertura contra perda total compensa para quem absorve um reparo pequeno sem dificuldade, mas não conseguiria repor o carro inteiro.

Você conseguiria pagar um reparo pequeno amanhã?

Se a resposta é sim, pagar prêmio por coberturas de dano parcial tem valor limitado e a apólice enxuta faz sentido.

Conseguiria comprar outro carro sem o seguro?

Se a resposta é não, a perda total é exatamente o risco que precisa ficar com a seguradora.

O carro é financiado?

Com alienação fiduciária, a instituição financeira costuma exigir cobertura de perda total até a quitação do contrato.

Você tem patrimônio em seu nome?

Se tem, vale somar a cobertura de terceiros, porque a perda total não responde pelo prejuízo causado a outras pessoas.

O carro é o seu instrumento de trabalho?

Nesse caso o tempo parado pesa tanto quanto o valor, e coberturas de assistência e carro reserva merecem avaliação.

Em que região o carro circula?

Exposição maior a roubo eleva a probabilidade do evento que essa cobertura foi feita para atender.

O que acontece depois da caracterização

O caminho entre o sinistro e o dinheiro na conta.

Depois que a perda total é caracterizada, a indenização depende da entrega da documentação do veículo e da baixa do registro.

Etapa 1

Aviso e regulação

O sinistro é comunicado, a seguradora nomeia o regulador e o orçamento de reparo define se o caso é perda total ou reparo com franquia.

Etapa 2

Documentação e quitação

Documento do veículo, chaves e comprovação de quitação de débitos são entregues. Em carro financiado, a instituição financeira recebe primeiro o saldo devedor.

Etapa 3

Pagamento e salvado

A indenização é depositada no prazo previsto em contrato e o salvado passa para a seguradora, que fica responsável pela destinação do veículo.

Tirar dúvidas sobre o processo de indenização

Como é a conversa sobre cobertura de perda total

A primeira pergunta é se você conseguiria comprar outro carro.

Na cobertura contra perda total, o corretor da WTS confere primeiro a sua capacidade de repor o veículo, e depois o critério que cada seguradora usa para caracterizar a perda.

  • Avaliamos se a cobertura enxuta cobre o seu risco real
  • Conferimos o percentual de perda total de cada seguradora
  • Comparamos valor de mercado referenciado e valor determinado
  • Verificamos o prazo de indenização em caso de roubo

Ver a cobertura de perda total para o meu carro

Retrato ilustrativo gerado por IAMarina, corretora WTSonline agora

Quero um seguro que cubra só se o carro for perdido de vez. Arranhão eu conserto.

Entendi bem. Marina, da WTS. Se o carro sumisse amanhã, você conseguiria comprar outro sem o seguro?

Não, de jeito nenhum.

Então é exatamente esse o risco que precisa ficar com a seguradora. Uma coisa que vale saber: o percentual que caracteriza perda total não é igual em todas as seguradoras, e isso muda casos concretos.

Como assim?

Um mesmo acidente pode dar indenização integral em uma apólice e reparo com franquia em outra. Vou te mandar esse percentual de cada proposta escrito, junto com a base de indenização.

Meu carro é financiado, muda algo?

Muda. Na indenização o banco recebe o saldo devedor primeiro e a diferença fica com você. Me manda o contrato que eu confiro o que o banco exige de cobertura.

Conversa simulada. Retratos ilustrativos gerados por IA.

Perguntas frequentes sobre seguro contra perda total

O que mais gera dúvida em quem quer cobrir o pior cenário sem pagar pela apólice completa.

Perda total cobre roubo do carro?

Na maioria dos produtos sim, quando o veículo não é recuperado dentro do prazo contratual. O prazo varia entre seguradoras e deve constar expressamente das condições gerais.

Tem franquia na indenização integral?

Em regra não. A franquia se aplica aos sinistros parciais, em que há reparo. Na indenização integral o pagamento segue a base contratada, sem desconto de franquia.

Recebo o valor da tabela de referência?

Depende da base contratada. Com valor de mercado referenciado, aplica-se um percentual sobre a tabela no momento do sinistro. Com valor determinado, paga-se a quantia fixada na contratação.

O que é salvado?

É o que resta do veículo depois do sinistro. Com o pagamento da indenização integral, o salvado passa para a seguradora, que decide sobre sua destinação conforme a legislação.

Posso ficar com o carro sinistrado?

Alguns produtos permitem a indenização com retenção do salvado pelo segurado, em valor reduzido. Essa possibilidade precisa estar prevista em contrato e nem toda seguradora oferece.

Carro financiado pode ter essa cobertura?

Pode, e é comum que a instituição financeira exija cobertura de perda total. Na indenização, o saldo devedor costuma ser quitado primeiro e a diferença é paga ao segurado.

Enchente dá perda total?

Pode dar, quando a água alcança motor e sistema elétrico e o orçamento de reparo supera o critério da apólice. A cobertura de eventos da natureza precisa estar contratada.

Em quanto tempo a indenização do carro é paga?

O prazo para pagamento começa a contar da entrega completa da documentação exigida e está previsto em contrato. Documentação incompleta é a causa mais frequente de demora.

Essa cobertura cobre dano em outro carro?

Não. Prejuízo causado a terceiros é responsabilidade civil facultativa, contratada separadamente. Sem ela, a indenização ao outro motorista sai do seu bolso.

Vale a pena para carro de valor baixo?

Depende da sua capacidade de repor o veículo. Quando o valor do carro é pequeno diante da sua renda, costuma fazer mais sentido priorizar a cobertura de terceiros.

Cubra o prejuízo que você não absorve

Critério de perda total, prazo de roubo e base de indenização conferidos em cada proposta.

Carros estacionados na cidade. Imagem ilustrativa.
Imagem ilustrativa.