Danos materiais
O conserto ou a indenização do veículo e dos bens atingidos.
O que ele realmente protege
Essa cobertura não conserta o seu carro. Ela responde pelo prejuízo que você causa a outra pessoa, que é justamente a conta que pode ultrapassar o valor do veículo e alcançar o seu patrimônio.
Seguro contra terceiros é a cobertura de responsabilidade civil facultativa, que paga os danos materiais, corporais e, quando contratada, morais que o segurado causa a outras pessoas em um acidente de trânsito.
Esta é uma das opções explicadas no guia completo de seguro auto da WTS.
O conserto ou a indenização do veículo e dos bens atingidos.
Despesas médicas e indenização pela lesão causada a alguém.
Condenação adicional em ação judicial, só quando contratada.
Fica de fora. Essa cobertura olha para o prejuízo do outro.
Olha para o prejuízo do outro, não para o seu veículo.
A responsabilidade civil facultativa de veículos paga o que você é obrigado a indenizar quando causa um acidente, dentro dos limites contratados na apólice.
Quem causa o acidente responde pelo prejuízo do outro mesmo sem seguro. A cobertura de terceiros existe para que essa conta não chegue ao seu patrimônio pessoal.
Acima dele, a diferença sai do seu bolso.
Limite máximo de indenização é o teto que a seguradora paga por danos a terceiros. O que passar desse valor continua sendo responsabilidade sua, e é cobrado do seu patrimônio como qualquer outra dívida reconhecida em juízo.
Muita gente escolhe o limite mais baixo porque a apólice fica alguns reais mais barata por mês. Subir um degrau de limite costuma custar pouco diante do salto de proteção, porque acidentes graves são estatisticamente raros e a seguradora precifica essa raridade.
A conta que importa não é o valor do seu carro. É o valor do carro que você pode atingir e da indenização que uma lesão grave gera. Um acidente com vítima em rodovia produz uma condenação que não tem relação nenhuma com o preço do veículo que você dirige.
O tetoda cobertura de terceiros é a decisão mais consequente da apólice e a que menos aparece na comparação de preço.Estrutura de limite máximo de indenização em responsabilidade civil facultativa de veículos
Quatro situações em que ela deixa de ser opcional na prática.
A cobertura de terceiros é a mais indicada para quem conseguiria repor o próprio carro, mas não conseguiria arcar com uma condenação judicial.
| Situação | Por que pesa | O que costuma fazer sentido |
|---|---|---|
| Carro de valor baixo | Repor o próprio veículo é viável, indenizar terceiro não | Contratar terceiros com limite alto e dispensar coberturas do casco. |
| Patrimônio em seu nome | Imóvel e bens respondem por condenação acima do limite | Limite alto de danos materiais e corporais, com danos morais avaliados. |
| Muito rodar em rodovia | Acidentes em velocidade produzem lesões mais graves | Priorizar o limite de danos corporais sobre o de materiais. |
| Condutor jovem na família | Maior exposição estatística a sinistros com terceiros | Declarar o condutor e elevar o limite em vez de reduzir para economizar. |
Reduzir o limite de terceiros é a economia mais cara de uma apólice de automóvel, porque troca alguns reais por mês pelo risco que atinge tudo o que você tem.
São mecanismos diferentes, com finalidades diferentes.
O seguro obrigatório de danos pessoais e a responsabilidade civil facultativa cobrem situações distintas, e ter um não dispensa o outro.
Cinco passos que evitam contratar um limite que não protege.
Definir o limite de terceiros começa pela exposição do seu patrimônio e não pelo valor do seu veículo.
Imóvel, veículos e investimentos são o que responde por uma condenação acima do limite contratado. Esse inventário define o piso da proteção.
São limites independentes na apólice. Quem roda em rodovia costuma precisar de mais limite corporal do que material, e o contrário vale para quem só circula na cidade.
Com a cotação do mesmo seguro em limite baixo, médio e alto, a diferença de prêmio aparece em número e a decisão sobre danos morais fica evidente.
Páginas ligadas a esta decisão, dentro do mesmo assunto e no passo seguinte da sua proteção.
Cada link abaixo leva a uma página com regra, prazo e preço próprios, escrita para a situação que ela descreve.
O corretor começa pelo seu patrimônio, não pelo seu carro.
Na cobertura contra terceiros, o atendimento da WTS parte do que você tem em seu nome, porque é o patrimônio que responde quando a condenação passa do limite contratado.
Meu carro é velho, não quero segurar ele. Quero só cobrir se eu bater em alguém.
Essa escolha faz muito sentido. Eduardo, corretor da WTS. Você tem imóvel ou algum bem no seu nome?
Tenho o apartamento onde moro.
Então o limite de terceiros importa mais do que parece. Se a condenação passar do teto da apólice, a diferença é cobrada do seu patrimônio, e um acidente com vítima chega a valores que não têm relação com o preço do seu carro.
E quanto custa subir esse limite?
Costuma custar pouco. Vou cotar o mesmo seguro em três degraus para você ver a diferença em número e decidir com a informação na mão.
Danos morais entram junto?
Não entram sozinhos, é cobertura à parte. Vou incluir na cotação separada para você ver quanto pesa e decidir depois de definir os outros dois limites.
O que mais gera dúvida em quem quer proteger o patrimônio sem segurar o próprio carro.
Não. Essa cobertura responde pelo prejuízo causado a outras pessoas. Para o seu veículo é preciso contratar as coberturas de casco, como colisão, roubo e furto, que são contratadas separadamente.
Em várias seguradoras sim, como apólice de responsabilidade civil isolada. A disponibilidade varia conforme o produto e o perfil do veículo, e o corretor verifica quais aceitam a contratação isolada.
Danos materiais são prejuízos a bens, como o veículo atingido ou um muro. Danos corporais são lesões em pessoas, incluindo despesas médicas, invalidez e morte. São limites separados na apólice.
Não. Danos morais são cobertura à parte e precisam constar expressamente da apólice. Sem essa contratação, uma condenação por dano moral fica fora da indenização da seguradora.
A seguradora paga até o teto contratado e a diferença é responsabilidade do segurado, cobrada do seu patrimônio. É por isso que o limite merece mais atenção que a mensalidade.
Depende das condições contratuais. Algumas apólices tratam ocupantes do veículo segurado de forma específica, o que torna importante contratar a cobertura de acidentes pessoais de passageiros quando você transporta pessoas com frequência.
Se a culpa não foi sua, não há indenização a fazer por essa cobertura. Nesse caso quem responde é o seguro do outro condutor ou ele próprio, e a apuração da responsabilidade é feita no processo de regulação.
Em regra não há franquia em responsabilidade civil facultativa, diferentemente das coberturas de casco. As condições específicas de cada produto devem ser conferidas na apólice.
Costuma ser a escolha mais coerente. Quem consegue repor um veículo de valor baixo sem o seguro ainda assim não conseguiria arcar com uma condenação por lesão grave em terceiro.
O acréscimo costuma ser proporcionalmente pequeno, porque sinistros de valor alto são menos frequentes. Ver a cotação nos três degraus deixa essa relação evidente em número.
Limites de danos materiais e corporais comparados lado a lado antes de qualquer decisão de preço.
