Para quem é
Quem depende da sua renda define o tamanho da apólice.
Duas rendas, dois capitais
Quando as duas pessoas contribuem para as contas da casa, cada uma precisa de capital próprio. A apólice conjunta parece mais barata e costuma deixar um dos dois descoberto.
Seguro de vida para casal é a estrutura em que cada cônjuge tem o próprio capital segurado, dimensionado pela parte que cada um sustenta das despesas da casa.
Esta é uma das opções explicadas no guia completo de seguro de vida da WTS.
Quem depende da sua renda define o tamanho da apólice.
As duas coberturas que sustentam qualquer seguro de vida.
Idade, capital e coberturas adicionais formam o prêmio mensal.
O que acontece com o preço e com a cobertura ao longo dos anos.
O que o contrato significa para quem depende de você.
Seguro de vida para casal é a estrutura em que cada cônjuge tem o próprio capital segurado, dimensionado pela parte que cada um sustenta das despesas da casa.
A conta não é dividir um capital em dois. É calcular quanto a casa perde se faltar cada um, e essas perdas quase nunca são iguais.
Existe a apólice conjunta, que paga uma vez e encerra na primeira morte, e existem duas apólices individuais, que pagam cada uma o seu capital. A segunda estrutura custa um pouco mais e protege bem mais.
O que entra na apólice e o que a seguradora não assume.
A apólice de seguro de vida para casal reúne a cobertura de morte, as coberturas em vida contratadas e as assistências, cada uma com capital e regra própria no contrato.
A conta que decide entre apólice conjunta e duas individuais é simples: o que acontece com a casa se faltar o primeiro e depois o segundo.
O que entra na conta antes de a proposta chegar.
O preço de seguro de vida para casal é formado pela idade do segurado, pelo capital contratado, pelas coberturas adicionais e pela avaliação de saúde e de atividade feita por cada seguradora.
A proposta traz o prêmio mensal com o capital e as coberturas escolhidas por você.
O que costuma travar a decisão nesse perfil.
Quem procura seguro de vida para casal chega com dúvidas parecidas, e quase nenhuma delas está respondida no site das seguradoras.
Costuma ser, porque paga uma vez só. O problema aparece depois da primeira morte, quando o cônjuge sobrevivente fica sem cobertura nenhuma e mais velho para recontratar.
Precisa, e o valor não é só a renda. Quem cuida da casa e dos filhos gera um custo de substituição que aparece no orçamento no dia seguinte.
Dá, e é o mais comum. Cada apólice tem o capital dimensionado pela contribuição daquela pessoa para as despesas e pelas dívidas no nome dela.
Cada apólice individual continua com o seu titular, que pode trocar o beneficiário quando quiser. A apólice conjunta precisa ser revista, e é mais um motivo para preferir as individuais.
Páginas ligadas a esta decisão, dentro do mesmo assunto e no passo seguinte da sua proteção.
Cada link abaixo leva a uma página com regra, prazo e preço próprios, escrita para a situação que ela descreve.
Duas rendas, dois capitais, um planejamento só.
No seguro de vida para casal, o corretor da WTS calcula o capital de cada um pelo que a outra pessoa precisaria para manter a casa, e compara apólice conjunta com duas individuais.
Eu e minha esposa queremos seguro de vida. Fazemos um só ou um para cada?
Boa pergunta. Marina, da WTS. Vocês têm rendas parecidas ou uma sustenta mais a casa?
Ela ganha mais, mas os dois contribuem.
Então o capital de cada um é diferente: o dela cobre mais tempo de despesa. Vou te mandar as duas montagens, conjunta e individual, com o capital calculado para cada lado.
As dúvidas que aparecem na contratação, respondidas por quem acompanha sinistro.
Duas individuais protegem mais, porque cada uma paga o próprio capital e a morte de um não encerra a cobertura do outro. A conjunta costuma custar menos e deixa o sobrevivente descoberto justamente no pior momento.
Pela contribuição de cada um às despesas da casa, somada às dívidas no nome de cada um. Quem responde por mais compromissos precisa de capital maior, e isso raramente resulta em metade para cada.
O financiamento tem o próprio seguro prestamista, que quita a dívida com o banco. O seguro de vida do casal serve para o que sobra depois disso, que é o custo de viver sem aquela renda.
Podem, e é o mais comum, com a possibilidade de incluir os filhos em percentuais definidos. A indicação pode ser alterada a qualquer momento pelo titular de cada apólice.
Não tem para efeito de indicação de beneficiário. O segurado indica quem quiser, independentemente de estado civil, e a comprovação da união só importa quando não existe indicação expressa.
Podem, e é o mais comum. Cada apólice é individual, com capital próprio, e a corretora organiza as duas na mesma cotação para facilitar a comparação e o acompanhamento.
Cada apólice individual segue com o seu titular, que pode alterar o beneficiário quando quiser. A apólice conjunta precisa ser revista, porque foi contratada com a premissa da vida em comum.
Faz sentido quando a renda da casa depende dos dois. O diagnóstico de um já derruba o orçamento familiar, e a cobertura paga um capital que dá fôlego durante o tratamento.
Pesam a idade do segurado, o capital contratado, as coberturas adicionais escolhidas e a avaliação de saúde e de atividade feita pela seguradora. Cada companhia dá um peso diferente a esses itens.
Documento de identificação, certidão de óbito e os formulários da seguradora. A corretora acompanha essa reunião de documentos para o prazo não se arrastar.
Você informa os dados uma vez e recebe as opções niveladas, com uma recomendação justificada.
