Para quem é
Quem depende da sua renda define o tamanho da apólice.
Uma vida em dois países
Morar fora muda residência fiscal, moeda das despesas e regras de pagamento do capital. A apólice precisa acompanhar essa realidade e não a de antes da mudança.
Seguro de vida para expatriados é a apólice de quem reside fora do país e mantém vínculos financeiros, familiares ou patrimoniais no Brasil.
Esta é uma das opções explicadas no guia completo de seguro de vida da WTS.
Quem depende da sua renda define o tamanho da apólice.
As duas coberturas que sustentam qualquer seguro de vida.
Idade, capital e coberturas adicionais formam o prêmio mensal.
O que acontece com o preço e com a cobertura ao longo dos anos.
O que o contrato significa para quem depende de você.
Seguro de vida para expatriados é a apólice de quem reside fora do país e mantém vínculos financeiros, familiares ou patrimoniais no Brasil.
O primeiro ponto é saber se a apólice brasileira continua valendo com residência no exterior e se existe restrição de país. Isso está escrito no contrato e muda entre seguradoras.
O segundo é a moeda. Quem tem despesa em outra moeda e capital em real fica exposto à variação cambial justamente no momento em que a família precisa do dinheiro.
O que entra na apólice e o que a seguradora não assume.
A apólice de seguro de vida para expatriados reúne a cobertura de morte, as coberturas em vida contratadas e as assistências, cada uma com capital e regra própria no contrato.
Despesa médica fora do país é assunto de plano de saúde internacional ou de seguro viagem, não da apólice de vida.
O que entra na conta antes de a proposta chegar.
O preço de seguro de vida para expatriados é formado pela idade do segurado, pelo capital contratado, pelas coberturas adicionais e pela avaliação de saúde e de atividade feita por cada seguradora.
A proposta traz o prêmio mensal com o capital e as coberturas escolhidas por você.
O que costuma travar a decisão nesse perfil.
Quem procura seguro de vida para expatriados chega com dúvidas parecidas, e quase nenhuma delas está respondida no site das seguradoras.
Depende do contrato. Muitas valem em todo o mundo, outras têm restrição de país. Esse é o primeiro item a confirmar.
Em parte das apólices sim. Não avisar quando o contrato exige pode comprometer o pagamento.
Vale quando as despesas da família estão em outra moeda. Existe seguro de vida em dólar para exatamente esse caso.
Com documentação traduzida e processo próprio de remessa. O corretor orienta essa etapa.
Páginas ligadas a esta decisão, dentro do mesmo assunto e no passo seguinte da sua proteção.
Cada link abaixo leva a uma página com regra, prazo e preço próprios, escrita para a situação que ela descreve.
Moradia no exterior muda aceitação, moeda e beneficiário.
No seguro de vida para expatriados, o corretor da WTS verifica seguradoras que aceitam residência fora do país, avalia apólice em dólar e orienta beneficiários em dois países.
Moro em Portugal e quero seguro de vida no Brasil para minha família aqui.
Rafael, da WTS. Parte das seguradoras não aceita residente no exterior; outras aceitam com declaração. E vale pensar em apólice em dólar.
Por que em dólar?
Para o capital não perder valor com o câmbio, já que a família é beneficiária e a vida de vocês é em euro. Vou te mandar as opções que aceitam expatriado.
As dúvidas que aparecem na contratação, respondidas por quem acompanha sinistro.
Depende do que está escrito na apólice. Muitos contratos têm cobertura mundial e outros restringem países específicos. Confirmar isso antes da mudança evita descobrir a restrição no pior momento.
Em boa parte dos contratos sim, e a exigência está na apólice. A comunicação preserva a validade da cobertura e evita discussão na regulação do sinistro.
Faz quando as despesas da família estão em moeda estrangeira. O capital em real perde poder de compra se a moeda se valorizar, e existe seguro de vida em dólar para resolver esse descasamento.
Com a documentação exigida pela seguradora, traduzida quando necessário, e pelo processo de remessa acordado. A corretora orienta cada etapa para reduzir o prazo.
Não cobre. Tratamento no exterior é assunto de plano de saúde internacional ou de seguro viagem. A apólice de vida paga capital por morte, invalidez e doenças cobertas.
Depende da seguradora e da documentação. Parte do mercado exige residência fiscal no país na contratação, e é mais simples contratar antes da mudança.
Acompanha. O retorno não encerra a cobertura, bastando atualizar o endereço e, quando exigido, comunicar a mudança de país de residência.
Muda, porque a maioria das apólices exclui guerra declarada e pode excluir regiões específicas. Quem atua nesses lugares precisa de apólice que trate o caso expressamente.
Costuma ter reajuste por faixa etária, previsto em contrato, além da atualização do capital. O corretor mostra a tabela de reajuste antes da assinatura.
Depende do capital contratado e da idade. Valores menores costumam ser aceitos apenas com a declaração de saúde. Capitais altos podem pedir exames, que a seguradora custeia.
Você informa os dados uma vez e recebe as opções niveladas, com uma recomendação justificada.
