Para quem é
Quem depende da sua renda define o tamanho da apólice.
A pessoa e o negócio na mesma conta
No MEI, quem para de trabalhar para o faturamento. A apólice precisa olhar a família e também os compromissos assumidos em nome da atividade.
Seguro de vida para MEI é a apólice de quem tem CNPJ de microempreendedor individual e sustenta a casa com o próprio trabalho.
Esta é uma das opções explicadas no guia completo de seguro de vida da WTS.
Quem depende da sua renda define o tamanho da apólice.
As duas coberturas que sustentam qualquer seguro de vida.
Idade, capital e coberturas adicionais formam o prêmio mensal.
O que acontece com o preço e com a cobertura ao longo dos anos.
O que o contrato significa para quem depende de você.
Seguro de vida para MEI é a apólice de quem tem CNPJ de microempreendedor individual e sustenta a casa com o próprio trabalho.
O MEI acumula dois papéis: é o dono e é a mão de obra. Faltando a pessoa, some a renda da família e param os compromissos assumidos pelo negócio.
O capital precisa somar o sustento da casa às dívidas do CNPJ, como parcelas de equipamento, aluguel de ponto e fornecedores com pagamento futuro.
O que entra na apólice e o que a seguradora não assume.
A apólice de seguro de vida para MEI reúne a cobertura de morte, as coberturas em vida contratadas e as assistências, cada uma com capital e regra própria no contrato.
Equipamento, estoque e responsabilidade do negócio são assunto de seguro empresarial. A apólice de vida protege a pessoa e quem depende dela.
O que entra na conta antes de a proposta chegar.
O preço de seguro de vida para MEI é formado pela idade do segurado, pelo capital contratado, pelas coberturas adicionais e pela avaliação de saúde e de atividade feita por cada seguradora.
A proposta traz o prêmio mensal com o capital e as coberturas escolhidas por você.
O que costuma travar a decisão nesse perfil.
Quem procura seguro de vida para MEI chega com dúvidas parecidas, e quase nenhuma delas está respondida no site das seguradoras.
A contribuição do MEI é sobre o salário mínimo e o benefício segue esse patamar. Para a maioria das famílias, isso está longe de substituir a renda.
O pagamento pelo CNPJ é possível em alguns arranjos, e vale conversar com o contador sobre o enquadramento antes.
Se existe equipamento, estoque ou ponto comercial, sim. São riscos diferentes e uma apólice não cobre a outra.
Descrevendo o que você faz na prática, não apenas o código do CNPJ. É isso que a seguradora usa para avaliar o risco.
Páginas ligadas a esta decisão, dentro do mesmo assunto e no passo seguinte da sua proteção.
Cada link abaixo leva a uma página com regra, prazo e preço próprios, escrita para a situação que ela descreve.
O CNPJ abre porta para produto coletivo com preço menor.
No seguro de vida para MEI, o corretor da WTS compara a apólice individual com o produto coletivo acessível pelo CNPJ, que costuma sair mais barato para o mesmo capital.
Sou MEI. Isso muda alguma coisa no seguro de vida?
Muda para melhor. Marina, da WTS. Com CNPJ você acessa produtos coletivos que costumam ter preço menor para o mesmo capital.
E se eu adoecer e não puder trabalhar?
Aí entra a diária por incapacidade, que para MEI é a cobertura mais útil. Vou te mandar individual e coletivo lado a lado, com a diária incluída.
As dúvidas que aparecem na contratação, respondidas por quem acompanha sinistro.
Pode, como qualquer pessoa física. O CNPJ não muda a natureza da apólice, e a atividade exercida entra na análise de risco da seguradora, podendo gerar agravo em ocupações perigosas.
Cobre quando o capital foi dimensionado considerando essas dívidas. A apólice paga um valor ao beneficiário, que pode usá-lo para quitar compromissos do CNPJ.
Não substitui. O benefício do MEI é calculado sobre o salário mínimo e depende de carência e de perícia. A apólice privada paga o capital contratado conforme as regras do contrato.
Precisa avaliar o seguro de vida em grupo para a equipe, que é um produto de benefícios corporativos. A apólice individual continua sendo a do titular.
O enquadramento tributário do MEI é simplificado e essa dedução não funciona como em outros regimes. Vale confirmar com o seu contador antes de decidir pela forma de pagamento.
Declara a atividade real exercida no dia a dia, que é o que a seguradora avalia. O código do CNPJ sozinho não descreve a exposição ao risco.
Precisa declarar as atividades efetivamente exercidas, porque a avaliação de risco considera tudo que você faz, e não apenas a ocupação principal.
Não precisa. A apólice é de pessoa física e o CNPJ só aparece na descrição da atividade, que a seguradora usa para avaliar o risco ocupacional.
Continua normalmente. A cobertura é sua, não do CNPJ, e o que deve ser comunicado é a mudança de atividade, porque ela altera o risco declarado.
Vale, porque protegem coisas diferentes. O empresarial responde pelo ponto, pelo estoque e pelo equipamento, e o de vida responde pela pessoa que faz o negócio funcionar.
Você informa os dados uma vez e recebe as opções niveladas, com uma recomendação justificada.
