Para quem é
Quem depende da sua renda define o tamanho da apólice.
O capital muda no dia em que o filho nasce
Com um filho, o horizonte de dependência passa a ser de duas décadas. O capital precisa cobrir esse período, e não apenas as dívidas de hoje.
Seguro de vida para pais recentes é a apólice dimensionada pelo tempo em que a criança vai depender financeiramente da família, somado às dívidas no nome dos pais.
Esta é uma das opções explicadas no guia completo de seguro de vida da WTS.
Quem depende da sua renda define o tamanho da apólice.
As duas coberturas que sustentam qualquer seguro de vida.
Idade, capital e coberturas adicionais formam o prêmio mensal.
O que acontece com o preço e com a cobertura ao longo dos anos.
O que o contrato significa para quem depende de você.
Seguro de vida para pais recentes é a apólice dimensionada pelo tempo em que a criança vai depender financeiramente da família, somado às dívidas no nome dos pais.
A conta muda de natureza. Antes do filho, o capital cobria dívidas. Depois, ele precisa cobrir escola, moradia e sustento por muitos anos, o que costuma multiplicar o valor necessário.
A revisão da apólice no nascimento é o momento mais barato de aumentar o capital, porque os pais ainda estão em idade favorável e o custo por real segurado é baixo.
O que entra na apólice e o que a seguradora não assume.
A apólice de seguro de vida para pais recentes reúne a cobertura de morte, as coberturas em vida contratadas e as assistências, cada uma com capital e regra própria no contrato.
Quem quer a escola garantida em caso de falta do responsável precisa olhar também o seguro educacional, que é um produto próprio.
O que entra na conta antes de a proposta chegar.
O preço de seguro de vida para pais recentes é formado pela idade do segurado, pelo capital contratado, pelas coberturas adicionais e pela avaliação de saúde e de atividade feita por cada seguradora.
A proposta traz o prêmio mensal com o capital e as coberturas escolhidas por você.
O que costuma travar a decisão nesse perfil.
Quem procura seguro de vida para pais recentes chega com dúvidas parecidas, e quase nenhuma delas está respondida no site das seguradoras.
Uma referência prática é multiplicar o gasto mensal da família pelos anos que faltam até a independência da criança, somando as dívidas no nome dos pais.
Sim, quando os dois contribuem para a casa, seja com renda ou com cuidado. A falta de qualquer um gera despesa nova no mês seguinte.
Pode. Para menores, vale conversar sobre a forma de administração do capital até a maioridade.
Esse é o prestamista e ele quita a dívida com o banco. Ele não deixa dinheiro para a família viver, que é a função do seguro de vida.
Páginas ligadas a esta decisão, dentro do mesmo assunto e no passo seguinte da sua proteção.
Cada link abaixo leva a uma página com regra, prazo e preço próprios, escrita para a situação que ela descreve.
O capital nasce dos anos até a criança se sustentar.
No seguro de vida para pais recentes, o corretor da WTS calcula o capital pelos anos até o filho ficar independente e prioriza a cobertura de quem sustenta a casa.
Meu filho nasceu mês passado e eu não tenho seguro de vida. Por onde começo?
Pelo capital. Camila, da WTS. Quantos anos faltam até ele se sustentar, e quanto a casa gasta por mês?
Uns vinte anos. Gastamos uns seis mil.
Então a conta começa aí, com desconto do que a sua esposa cobre. E vale definir quem administra o valor enquanto ele for menor. Vou te mandar o capital calculado e duas seguradoras.
As dúvidas que aparecem na contratação, respondidas por quem acompanha sinistro.
A conta parte do gasto mensal da casa multiplicado pelos anos que faltam até a independência da criança, somado às dívidas em nome dos pais. Com um recém-nascido, esse horizonte costuma passar de duas décadas.
Precisa. A ausência dessa pessoa cria despesa imediata com creche, transporte e apoio doméstico, e essa conta entra no orçamento no mês seguinte.
A indicação é feita normalmente na proposta. O que muda é a administração do capital até a maioridade, e o corretor explica as alternativas antes da assinatura.
Ele deixa um capital que a família usa como quiser, inclusive para a escola. Para garantir especificamente as mensalidades existe o seguro educacional, que é um produto separado.
Cada dependente novo aumenta o tempo e o valor da dependência. A revisão da apólice a cada mudança grande de vida é o que mantém o capital compatível com a realidade.
No primeiro ano, e depois a cada mudança grande, como novo filho, mudança de casa ou aumento de dívida. Capital contratado antes do filho quase sempre fica pequeno.
Não afeta. O que conta é a renda regular do segurado e os compromissos da família. O momento da licença costuma ser o mais consciente para contratar.
Criança não gera renda para a casa, então o capital por morte tem pouca função financeira. O que costuma fazer sentido é garantir a educação e a saúde dela por outros produtos.
Morte por acidente costuma não ter carência. Morte por causa natural costuma ter um prazo inicial, e as coberturas em vida têm carências próprias. Tudo isso fica escrito na apólice.
Não custa. A remuneração do corretor já está dentro do prêmio praticado pela seguradora. A diferença é que pela corretora você compara várias companhias de uma vez.
Você informa os dados uma vez e recebe as opções niveladas, com uma recomendação justificada.
