Para quem é
Quem depende da sua renda define o tamanho da apólice.
Declarar é o que mantém a apólice de pé
Escalada, paraquedismo, mergulho e motociclismo esportivo são exclusões clássicas. Com a prática declarada, existe apólice. Sem declarar, existe negativa.
Seguro de vida para praticantes de esportes radicais é a apólice contratada com a atividade esportiva informada e aceita expressamente pela seguradora.
Esta é uma das opções explicadas no guia completo de seguro de vida da WTS.
Quem depende da sua renda define o tamanho da apólice.
As duas coberturas que sustentam qualquer seguro de vida.
Idade, capital e coberturas adicionais formam o prêmio mensal.
O que acontece com o preço e com a cobertura ao longo dos anos.
O que o contrato significa para quem depende de você.
Seguro de vida para praticantes de esportes radicais é a apólice contratada com a atividade esportiva informada e aceita expressamente pela seguradora.
Praticamente toda apólice comum exclui acidente em esporte radical. A saída não é esconder a prática e sim procurar companhia que aceite, com agravo no prêmio.
Frequência, nível técnico e se a prática é amadora ou competitiva mudam a análise. Competição costuma ser excluída mesmo nas apólices que aceitam a prática amadora.
O que entra na apólice e o que a seguradora não assume.
A apólice de seguro de vida para praticantes de esportes radicais reúne a cobertura de morte, as coberturas em vida contratadas e as assistências, cada uma com capital e regra própria no contrato.
Quem compete precisa dizer isso com todas as letras na proposta, porque competição tem tratamento diferente da prática recreativa.
O que entra na conta antes de a proposta chegar.
O preço de seguro de vida para praticantes de esportes radicais é formado pela idade do segurado, pelo capital contratado, pelas coberturas adicionais e pela avaliação de saúde e de atividade feita por cada seguradora.
A proposta traz o prêmio mensal com o capital e as coberturas escolhidas por você.
Simular seguro de vida para praticantes de esportes radicais
O que costuma travar a decisão nesse perfil.
Quem procura seguro de vida para praticantes de esportes radicais chega com dúvidas parecidas, e quase nenhuma delas está respondida no site das seguradoras.
Não. Parte do mercado aceita com agravo e algumas trabalham especificamente com esse público.
Costuma contar, com avaliação por profundidade e certificação. Declarar é o caminho.
Muda bastante. A competição costuma ficar excluída mesmo quando a prática amadora é aceita.
Precisa. A frequência muda o prêmio, e a existência da prática é o que a seguradora exige saber.
Páginas ligadas a esta decisão, dentro do mesmo assunto e no passo seguinte da sua proteção.
Cada link abaixo leva a uma página com regra, prazo e preço próprios, escrita para a situação que ela descreve.
A modalidade precisa ser declarada para não virar exclusão.
No seguro de vida para praticantes de esportes radicais, o atendimento da WTS declara a modalidade e a frequência, e cota em seguradoras que aceitam o risco com cobertura durante a prática.
Faço paraquedismo. Alguma seguradora aceita?
Algumas, com declaração da modalidade e frequência. Camila, da WTS. Quantos saltos por ano?
Uns trinta.
Vou declarar isso e cotar onde aceita, com a cláusula de cobertura durante a prática escrita, que é o que importa.
As dúvidas que aparecem na contratação, respondidas por quem acompanha sinistro.
Não impede, mas exige declaração. Parte das seguradoras recusa o perfil e parte aceita com agravo no prêmio ou com exclusão específica para acidentes durante a prática.
A seguradora pode negar o pagamento por agravamento de risco não informado, inclusive em morte sem relação com o esporte. É a negativa mais comum nesse perfil.
Raramente. Mesmo apólices que aceitam a prática recreativa costumam excluir competição e prova de velocidade. Quem compete precisa de apólice específica.
Paraquedismo, voo livre, escalada, mergulho, montanhismo, motociclismo esportivo, automobilismo e esportes de contato com alta energia aparecem nas listas da maioria das seguradoras.
Vale quando existe alguém que depende de você. O agravo aumenta o prêmio, e a alternativa é ficar sem cobertura justamente na atividade que apresenta o maior risco.
Pode reduzir na renovação, com comunicação à seguradora e reavaliação do risco. O agravo acompanha a atividade declarada, não a apólice para sempre.
A cobertura segue a apólice e a atividade declarada, e o deslocamento em si não muda isso. Para despesas médicas no exterior existe o seguro viagem.
É tratado como atividade profissional, com exposição ainda maior pela frequência. A análise costuma ser mais rígida que a do praticante recreativo.
Quem o segurado indicar, com o percentual que quiser, e isso pode ser mudado a qualquer momento. Sem indicação, o capital segue a ordem prevista na lei.
O seguro em grupo da empresa acaba quando o vínculo acaba e tem capital padronizado. A apólice individual é sua, acompanha você na troca de emprego e tem capital dimensionado por você.
Você informa os dados uma vez e recebe as opções niveladas, com uma recomendação justificada.
