Para quem é
Quem depende da sua renda define o tamanho da apólice.
A empresa também depende de você
Quando um sócio falta, a família perde renda e a empresa perde caixa e decisão. A apólice de sócio resolve os dois problemas quando estruturada junto com o acordo societário.
Seguro de vida para sócios é a estrutura que dá liquidez imediata à sociedade e à família, evitando que herdeiros entrem no negócio sem preparo ou interesse.
Esta é uma das opções explicadas no guia completo de seguro de vida da WTS.
Quem depende da sua renda define o tamanho da apólice.
As duas coberturas que sustentam qualquer seguro de vida.
Idade, capital e coberturas adicionais formam o prêmio mensal.
O que acontece com o preço e com a cobertura ao longo dos anos.
O que o contrato significa para quem depende de você.
Seguro de vida para sócios é a estrutura que dá liquidez imediata à sociedade e à família, evitando que herdeiros entrem no negócio sem preparo ou interesse.
Sem estrutura, os herdeiros assumem a participação do sócio falecido e passam a decidir junto com quem ficou. Quase sempre ninguém queria isso, nem a família nem os sócios remanescentes.
A apólice cruzada dá aos sócios sobreviventes o dinheiro para comprar a participação pelo valor previsto no acordo, e dá à família o valor justo em dinheiro, sem discussão.
O que entra na apólice e o que a seguradora não assume.
A apólice de seguro de vida para sócios reúne a cobertura de morte, as coberturas em vida contratadas e as assistências, cada uma com capital e regra própria no contrato.
A apólice resolve o dinheiro. O acordo societário resolve a regra. Sem os dois, a sucessão trava do mesmo jeito.
O que entra na conta antes de a proposta chegar.
O preço de seguro de vida para sócios é formado pela idade do segurado, pelo capital contratado, pelas coberturas adicionais e pela avaliação de saúde e de atividade feita por cada seguradora.
A proposta traz o prêmio mensal com o capital e as coberturas escolhidas por você.
O que costuma travar a decisão nesse perfil.
Quem procura seguro de vida para sócios chega com dúvidas parecidas, e quase nenhuma delas está respondida no site das seguradoras.
As duas formas existem. Na apólice cruzada, cada sócio segura o outro. Na estrutura pela empresa, ela é a beneficiária.
Por critério escrito no acordo societário, revisado periodicamente. Sem critério, a discussão vai para a mesa no pior momento.
Não substitui. A apólice dá o dinheiro, e o acordo dá a regra de como a compra acontece.
Existe cobertura de invalidez para sócio, que aciona a recompra nas mesmas condições previstas para a morte.
Páginas ligadas a esta decisão, dentro do mesmo assunto e no passo seguinte da sua proteção.
Cada link abaixo leva a uma página com regra, prazo e preço próprios, escrita para a situação que ela descreve.
O capital compra a parte do sócio que sai.
No seguro de vida para sócios, o atendimento da WTS dimensiona o capital pelo valor da participação de cada sócio, para a empresa comprar a parte dos herdeiros sem se descapitalizar.
Somos três sócios. Se um morrer, os herdeiros entram na empresa?
Sem planejamento, sim. Bruno, da WTS. O seguro de vida entre sócios paga o capital para os outros comprarem a parte dos herdeiros.
Quanto de capital?
O valor da participação de cada um, revisto a cada ano. Vou montar as três apólices e alinhar com o acordo de sócios.
As dúvidas que aparecem na contratação, respondidas por quem acompanha sinistro.
Cada sócio é segurado e o capital é dimensionado pelo valor da participação dele. Na morte de um, o capital dá aos sobreviventes o dinheiro para comprar a parte da família, conforme o acordo societário.
A participação passa aos herdeiros, que entram na sociedade sem terem escolhido isso. A empresa perde agilidade nas decisões e a família costuma receber nada em dinheiro no curto prazo.
Não substitui. A apólice resolve a liquidez e o acordo resolve a regra: preço, prazo e forma da compra. Um sem o outro deixa o problema pela metade.
O de sócios serve para comprar a participação societária. O de pessoa-chave indeniza a empresa pela perda de alguém que gera receita ou mantém relações essenciais, mesmo sem ser sócio.
Pelo valor da participação de cada um, calculado por um critério de avaliação escrito no acordo e revisado com frequência. Capital defasado compra apenas parte da participação.
Pode, em estruturas em que a pessoa jurídica é a contratante, e o enquadramento contábil e tributário precisa ser conferido com o contador antes.
A partir de dois já faz sentido, porque a entrada de herdeiros muda a dinâmica da sociedade. Quanto mais relevante a participação, maior o impacto da falta de liquidez.
Com revisão periódica do valor da participação, conforme o critério do acordo societário, e ajuste do capital por endosso na apólice.
Não custa. A remuneração do corretor já está dentro do prêmio praticado pela seguradora. A diferença é que pela corretora você compara várias companhias de uma vez.
Pode, por endosso, com nova avaliação de saúde e ajuste do prêmio. O aumento costuma ser mais simples quando feito cedo, porque a idade é o fator de maior peso.
Você informa os dados uma vez e recebe as opções niveladas, com uma recomendação justificada.
