Aceitação
Nem toda seguradora aceita toda moto. A lista muda por modelo e região.
Transporte de passageiro muda tudo
Levar passageiro é a atividade de maior exposição em duas rodas. A apólice precisa declarar o transporte remunerado e prever cobertura para quem vai na garupa.
Seguro para mototáxi é a apólice de motocicleta licenciada para transporte remunerado de passageiros, com cobertura específica para o passageiro transportado.
Esta é uma das opções explicadas no guia completo de seguro de moto da WTS.
Nem toda seguradora aceita toda moto. A lista muda por modelo e região.
É a cobertura mais procurada e a que mais pesa no preço.
O limite de responsabilidade civil protege o seu patrimônio.
Reboque, socorro e pane seca no meio do trajeto.
O ponto de partida para saber se é isso que você precisa.
Seguro para mototáxi é a apólice de motocicleta licenciada para transporte remunerado de passageiros, com cobertura específica para o passageiro transportado.
Passageiro desconhecido na garupa o dia inteiro cria dois riscos: o físico, para ele, e o jurídico, para você, porque a responsabilidade pelo transporte é do condutor.
Muitos municípios exigem comprovação de cobertura para passageiros na permissão da atividade, e essa exigência não é atendida pela cobertura do veículo.
O que entra na apólice e o que a seguradora não assume.
A apólice de seguro para mototáxi reúne as coberturas do veículo, os danos causados a terceiros e a assistência, cada uma com limite próprio escrito no contrato.
A exigência municipal de cobertura para passageiros é diferente da cobertura do seu veículo. As duas precisam existir e não se substituem.
O que entra na conta antes de a proposta chegar.
O preço de seguro para mototáxi vem do modelo, do uso declarado, da região onde o veículo circula e do histórico de quem conduz, avaliados por cada seguradora com peso próprio.
O preço só existe depois da análise de risco. Qualquer valor antes disso é chute.
O que costuma decidir entre contratar e adiar.
Quem procura seguro para mototáxi chega com as mesmas dúvidas práticas, e elas raramente estão respondidas no site das seguradoras.
Não serve. O transporte remunerado precisa ser declarado, ou a indenização fica comprometida.
Não. A cobertura de acidentes pessoais de passageiro é contratada à parte, com capital definido.
Na maioria dos casos sim, e o documento é pedido na renovação da permissão.
Dá, e o uso remunerado continua precisando ser declarado à seguradora.
Páginas ligadas a esta decisão, dentro do mesmo assunto e no passo seguinte da sua proteção.
Cada link abaixo leva a uma página com regra, prazo e preço próprios, escrita para a situação que ela descreve.
As dúvidas que aparecem na cotação, respondidas por quem acompanha sinistro.
Precisa de apólice com transporte remunerado de passageiros declarado, somada à cobertura de acidentes pessoais de passageiro. Apólice de uso particular não atende essa atividade.
Tem quando a cobertura de acidentes pessoais de passageiros é contratada, com capital definido por ocupante para despesas médicas, invalidez e morte.
A maioria dos municípios exige cobertura para o passageiro como condição da permissão, com apresentação do documento na renovação.
Poucas trabalham com esse perfil, porque a exposição é alta. O corretor identifica quais aceitam antes de montar a cotação.
Tem. O que importa para a seguradora é o transporte remunerado de passageiros, independentemente de ser por ponto fixo ou por plataforma.
Não cobre. Pertences do passageiro ficam fora da apólice do veículo e das coberturas de acidentes pessoais.
Um limite alto, porque a atividade coloca você na rua o dia inteiro e a chance de envolvimento em acidente com outros veículos é maior.
Pode, declarando as duas atividades. Cada uma tem exposição própria, e omitir uma delas compromete a cobertura.
Depende do estado do veículo e da seguradora. Veículo novo costuma dispensar, e usado costuma exigir, com fotos enviadas pelo próprio segurado.
Equipamento pessoal costuma ficar fora da apólice do veículo. Existem coberturas específicas para acessórios e equipamentos, e elas precisam ser contratadas à parte.
Um contato, várias companhias comparadas nas mesmas coberturas e um corretor que continua com você no sinistro.
