O que entra na apólice
Cada cobertura tem limite próprio escrito no contrato.
A cobertura de quem vai com você
A cobertura de passageiros paga despesas médicas, invalidez e morte de quem está dentro do carro, independentemente de quem causou o acidente. É a cobertura mais esquecida da apólice.
Seguro de acidentes pessoais de passageiros é a cobertura da apólice de automóvel que indeniza os ocupantes do veículo em caso de acidente, sem discutir culpa.
Esta é uma das opções explicadas no guia completo de seguro auto da WTS.
Cada cobertura tem limite próprio escrito no contrato.
A franquia é a parte do conserto que não é indenizada.
Modelo, uso, região e histórico do condutor entram na conta.
O mesmo corretor responde na contratação e no sinistro.
O ponto de partida para saber se é isso que você precisa.
Seguro de acidentes pessoais de passageiros é a cobertura da apólice de automóvel que indeniza os ocupantes do veículo em caso de acidente, sem discutir culpa.
A responsabilidade civil paga o que você deve a terceiros quando é culpado. A cobertura de passageiros paga quem estava no seu carro mesmo quando a culpa é de outro motorista ou de ninguém.
O capital é contratado por ocupante e tem limite por evento. Definir esse número pensando em quem anda com você é o que dá sentido à cobertura.
O núcleo é comum entre as seguradoras. O que muda são limites e exclusões.
A cobertura indeniza os ocupantes do veículo em caso de acidente, com capital definido por pessoa e limite total por evento.
O capital é contratado por ocupante. Definir esse número pensando em quem anda no carro é o que dá sentido prático à cobertura.
O que entra na conta antes de a proposta chegar até você.
O preço de seguro de acidentes pessoais de passageiros é calculado pelo risco do conjunto veículo, condutor, uso e região, e por isso a mesma cobertura chega com valores diferentes em cada seguradora.
Nenhum valor é publicado sem fonte. A WTS envia o número da sua cotação depois da análise de risco de cada seguradora.
O que costuma decidir entre contratar e adiar.
Quem procura seguro de acidentes pessoais de passageiros costuma chegar com a mesma dúvida prática, e ela raramente está respondida na página da seguradora.
Recebe. A cobertura de passageiros não discute culpa e é paga pela sua própria seguradora.
O plano cobre o atendimento. A cobertura de passageiros paga indenização por invalidez ou morte, que o plano não paga.
Depende da apólice. Algumas incluem o condutor entre os ocupantes, outras exigem cobertura própria para ele.
O valor precisa fazer sentido diante de quem anda no carro e da renda de quem depende dessas pessoas.
Páginas ligadas a esta decisão, dentro do mesmo assunto e no passo seguinte da sua proteção.
Cada link abaixo leva a uma página com regra, prazo e preço próprios, escrita para a situação que ela descreve.
A cobertura de terceiros não alcança quem está dentro do seu carro.
Na cobertura de acidentes pessoais de passageiros, o corretor da WTS explica primeiro que terceiros cobre quem está fora do veículo, e que quem vai no banco do carona precisa de cobertura própria.
Levo meus filhos e os amigos deles para a escola todo dia. Se acontecer algo, o seguro cobre eles?
Depende do que você contratou. Marina, da WTS. A cobertura de terceiros cobre quem está fora do carro. Quem vai dentro precisa de acidentes pessoais de passageiros.
Não sabia que era separado.
É a dúvida mais comum. Ela paga indenização por morte ou invalidez e despesas médicas dos ocupantes, com capital por pessoa. Vou te mandar o valor para incluir na sua apólice.
As dúvidas que aparecem na cotação, respondidas por quem atende sinistro.
Não é obrigatório, é uma cobertura adicional. Ela costuma ter custo baixo em relação ao restante da apólice e é a que atende diretamente quem estava dentro do carro.
A de terceiros paga o prejuízo que você causa a outras pessoas quando é responsável pelo acidente. A de passageiros indeniza quem estava no seu veículo, independentemente de culpa.
Paga, dentro de um limite próprio previsto na apólice, com reembolso mediante comprovação. Invalidez e morte têm capitais separados e também contratados por ocupante.
Faz muito mais sentido nesse uso, porque o veículo transporta desconhecidos o tempo todo. Sem ela, um acidente com passageiro pode virar uma ação judicial contra o motorista.
Não substitui. Ela é contratual e se soma ao que a legislação prevê, com capital definido por você e pagamento pela sua própria seguradora.
Ao próprio ocupante, em caso de invalidez, e aos beneficiários legais em caso de morte, conforme as regras da apólice.
É uma das coberturas de menor custo relativo dentro da apólice, e o valor depende do capital escolhido por ocupante. O corretor mostra o impacto no prêmio total.
Depende da seguradora e da situação do veículo. Carro zero costuma dispensar, carro usado ou com seguro vencido costuma exigir. A vistoria hoje é feita por aplicativo na maior parte das companhias.
A seguradora é fiscalizada pela Susep, emite apólice e tem reservas exigidas por lei. Associação de proteção veicular opera por rateio entre associados, sem apólice e sem a mesma fiscalização. Quando o rateio não cobre, quem fica sem é o associado.
Consegue, com devolução proporcional ao período não utilizado, calculada pela tabela de curto prazo do contrato. O pedido é feito por escrito e o corretor acompanha o processo.
Um contato, várias companhias comparadas nas mesmas coberturas e um corretor que continua com você na renovação e no sinistro.
