Cláusula beneficiária
Nomeia o banco como beneficiário até a quitação. Resolve a exigência.
O banco tem interesse no carro até a última parcela e por isso exige seguro. O que ele não faz é escolher a seguradora por você. Entender a cláusula beneficiária e as coberturas mínimas do contrato é o que separa cumprir a exigência de pagar caro por ela.
Seguro para carro financiado é a apólice com cláusula beneficiária em favor da instituição financeira, exigida pelo contrato de alienação fiduciária, que em perda total quita o saldo devedor e entrega a diferença ao segurado.
Esta é uma das opções explicadas no guia completo de seguro auto da WTS.
Nomeia o banco como beneficiário até a quitação. Resolve a exigência.
A seguradora paga o banco primeiro e a diferença vai para você.
O contrato define o que precisa existir, não a seguradora.
No zero financiado, evita que a indenização fique abaixo do saldo.
A apólice é a mesma, com um beneficiário a mais.
No carro financiado, a apólice recebe cláusula beneficiária em favor da instituição financeira e precisa manter as coberturas mínimas exigidas pelo contrato de alienação fiduciária até a quitação.
Se o contrato exige seguro e você não contrata, o banco pode contratar por conta própria e cobrar na parcela, em geral mais caro. Contratar antes evita isso.
Seis palavras que aparecem no financiamento e mudam a apólice.
A exigência de seguro no financiamento nasce da garantia do contrato, e alguns termos explicam por que ela existe e como atendê-la.
A ordem de pagamento que o contrato define.
Em perda total ou roubo sem recuperação, a seguradora apura a indenização integral. Pela cláusula beneficiária, o banco recebe primeiro o saldo devedor, e o que sobrar é pago ao segurado.
O problema aparece quando a conta não fecha. Se a indenização for menor que o saldo devedor, a diferença continua sendo dívida sua, sem carro e com parcela. Isso acontece com frequência em carro zero financiado com entrada pequena, porque a tabela deprecia mais rápido que o saldo cai.
A reposição por veículo novo e o percentual acima de cem existem para essa situação. Comparar o saldo devedor projetado com a indenização estimada é a conta que define se elas valem o prêmio adicional.
Indenização menos saldoé o que sobra para você na perda total de um carro financiado. Quando dá negativo, a dívida fica.Cláusula beneficiária e ordem de pagamento em apólices de veículos alienados
Quatro pontos para comparar antes de aceitar na assinatura do contrato.
A financeira costuma oferecer apólice própria no ato do financiamento, e ela deve ser comparada como qualquer outra proposta, não aceita como parte do contrato.
| Ponto | Seguro da financeira | Apólice contratada por você |
|---|---|---|
| Cobrança | Embutida na parcela, com juros do financiamento | Paga à parte, sem juros do contrato. |
| Coberturas | As mínimas do contrato, às vezes só casco | As que você escolher, incluindo terceiros e assistência. |
| Beneficiário | O banco, e frequentemente só ele | O banco até o saldo e você pela diferença. |
| Comparação | Uma seguradora, a parceira do banco | Várias, cotadas nas mesmas coberturas. |
Seguro cobrado na parcela paga juros de financiamento. É uma diferença de custo que não aparece na comparação de prêmio e costuma ser relevante.
Seis situações que aparecem ao longo do financiamento.
A relação entre apólice e financiamento dura o contrato inteiro, e algumas situações práticas merecem resposta antes de acontecerem.
Não. A apólice é contrato separado. Ela cai se o prêmio do seguro atrasar, conforme a regra da seguradora.
O contrato costuma exigir comunicação. O banco pode contratar seguro do credor e cobrar na parcela.
Sim. Pedir o endosso de retirada da cláusula beneficiária, para a indenização passar a ser integralmente sua.
A apólice não se transfere. O comprador contrata a dele, e a sua é cancelada com devolução proporcional.
Muda o beneficiário. A cláusula é alterada por endosso para o novo credor.
Pode, na maioria das seguradoras. Vale confrontar o total com o seguro cobrado na parcela do financiamento.
Páginas ligadas a esta decisão, dentro do mesmo assunto e no passo seguinte da sua proteção.
Cada link abaixo leva a uma página com regra, prazo e preço próprios, escrita para a situação que ela descreve.
A cláusula beneficiária resolve o contrato. A seguradora continua sendo escolha sua.
No carro financiado, o corretor da WTS lê a cláusula do contrato, emite a apólice com beneficiário em favor do banco e compara com o seguro cobrado na parcela pela financeira.
O banco falou que eu preciso fazer o seguro deles para liberar o carro. É assim mesmo?
Não. Camila, da WTS. O banco pode exigir que exista uma apólice com as coberturas mínimas e cláusula beneficiária. A seguradora quem escolhe é você.
E o que é essa cláusula?
Nomeia o banco para receber primeiro o saldo devedor se der perda total. Qualquer seguradora emite. Me manda o contrato que eu confiro o que ele pede.
Financiei quase tudo, entrada pequena.
Então vale olhar a reposição por veículo novo. Nos primeiros meses a tabela cai mais rápido que o saldo, e sem essa cláusula você pode ficar sem carro e com dívida. Vou projetar isso para você.
O que quem financiou um carro pergunta ao corretor.
Pode exigir a existência de apólice com coberturas mínimas, porque o carro é garantia do contrato. Não pode impor a seguradora nem vender o seguro dele como condição.
É a disposição da apólice que nomeia o banco como beneficiário da indenização integral até o saldo devedor. Qualquer seguradora emite, e ela atende a exigência do contrato.
O banco recebe primeiro o saldo devedor e o restante é pago a você. Se a indenização for menor que o saldo, a diferença continua sendo dívida sua.
Não. É uma proposta como qualquer outra e deve ser comparada. Seguro cobrado na parcela paga juros do financiamento, o que raramente aparece na comparação.
O banco pode contratar seguro do credor e cobrar na parcela. Ele costuma ser mais caro e cobrir apenas o interesse do banco, não o seu.
Costuma valer, porque a tabela deprecia mais rápido que o saldo devedor cai nos primeiros meses. Ela evita ficar com dívida e sem carro em perda total.
Não. O seguro é contrato separado e só é afetado por atraso no próprio prêmio, conforme a regra da seguradora.
Solicitar endosso de retirada da cláusula beneficiária. A partir daí a indenização integral é paga somente a você.
Pode, mantendo a cláusula beneficiária na nova apólice e comunicando o banco, para não haver interrupção de cobertura.
Não por ser financiado. O prêmio depende do carro, do perfil e das coberturas. A cláusula beneficiária não altera o preço.
Cláusula beneficiária emitida, coberturas mínimas conferidas e comparação com o seguro da financeira na mesma base.
