O que entra na apólice
Cada cobertura tem limite próprio escrito no contrato.
Isenção no carro, não na apólice
Carro comprado com isenção para pessoa com deficiência tem regra própria de venda e adaptação, e nada disso muda o preço do seguro. O que muda é a cobertura da adaptação instalada.
Seguro para carro PCD é a apólice de veículo adquirido com isenção fiscal por pessoa com deficiência, em que os equipamentos de adaptação precisam ser declarados para serem indenizados.
Esta é uma das opções explicadas no guia completo de seguro auto da WTS.
Cada cobertura tem limite próprio escrito no contrato.
A franquia é a parte do conserto que não é indenizada.
Modelo, uso, região e histórico do condutor entram na conta.
O mesmo corretor responde na contratação e no sinistro.
O ponto de partida para saber se é isso que você precisa.
Seguro para carro PCD é a apólice de veículo adquirido com isenção fiscal por pessoa com deficiência, em que os equipamentos de adaptação precisam ser declarados para serem indenizados.
A isenção é tributária e vale na compra do veículo. A seguradora não concede desconto por causa dela, porque o cálculo do prêmio segue o risco e não o preço pago na nota.
Aceleração manual, rampa, giratório de banco e comando ao volante são equipamentos com valor próprio. Sem declaração, a adaptação não é indenizada em caso de roubo ou perda total.
O núcleo é comum entre as seguradoras. O que muda são limites e exclusões.
A cobertura é a mesma de qualquer automóvel, e o que precisa de atenção são os equipamentos de adaptação, que só entram na indenização quando declarados.
A adaptação não está no valor de tabela do veículo. Ela precisa de nota fiscal e valor declarado para existir dentro da apólice.
O que entra na conta antes de a proposta chegar até você.
O preço de seguro para carro PCD é calculado pelo risco do conjunto veículo, condutor, uso e região, e por isso a mesma cobertura chega com valores diferentes em cada seguradora.
Nenhum valor é publicado sem fonte. A WTS envia o número da sua cotação depois da análise de risco de cada seguradora.
O que costuma decidir entre contratar e adiar.
Quem procura seguro para carro PCD costuma chegar com a mesma dúvida prática, e ela raramente está respondida na página da seguradora.
Não pelo fato de ser PCD. O preço segue o perfil de risco do veículo, do condutor e da região, como em qualquer outra apólice.
Não. Ela precisa ser declarada como equipamento com valor. Sem isso, a indenização considera apenas o veículo de fábrica.
Quem estiver declarado na apólice. Se a pessoa com deficiência não dirige, o condutor habitual precisa ser informado corretamente.
A restrição de revenda é fiscal. O seguro acompanha o veículo e é cancelado ou transferido no momento da venda, com devolução proporcional.
Páginas ligadas a esta decisão, dentro do mesmo assunto e no passo seguinte da sua proteção.
Cada link abaixo leva a uma página com regra, prazo e preço próprios, escrita para a situação que ela descreve.
Isenção fiscal e adaptações mudam o valor e a declaração.
No carro PCD, o atendimento da WTS considera o valor sem impostos na base de indenização e declara as adaptações como acessórios cobertos.
Comprei meu carro com isenção PCD e tem adaptação no volante. Como fica o seguro?
Dois pontos. Rafael, da WTS. Primeiro, a base de indenização: o valor pago com isenção e o valor de tabela diferem, e a apólice precisa dizer qual usa.
E a adaptação?
Entra como acessório com valor declarado, com a nota fiscal. Se outra pessoa dirige o carro para você, isso também precisa constar. Vou te mandar as opções com esses três pontos resolvidos.
As dúvidas que aparecem na cotação, respondidas por quem atende sinistro.
Não existe desconto por ser PCD. O que existe é a isenção de impostos na compra do veículo, concedida pelo órgão competente. O prêmio do seguro continua calculado pelo risco do conjunto veículo, condutor, uso e região.
É indenizada quando declarada na apólice como equipamento, com nota fiscal e valor. A adaptação não faz parte do valor de tabela do veículo, então sem a declaração ela fica fora da indenização.
Cobre quando o dano vem de evento coberto e o equipamento está declarado. O reparo costuma exigir empresa especializada em adaptação, e vale confirmar esse ponto na proposta.
Precisa informar quem é o condutor principal e se o veículo é adaptado, porque isso descreve o risco real. A informação correta é o que garante a indenização no momento do sinistro.
A assistência atende, e vale confirmar na contratação se a rede tem equipamento compatível com rampa ou plataforma. Em veículos com adaptação maior, esse detalhe evita transtorno no momento do socorro.
Não muda. O prêmio é calculado sobre o risco e sobre o valor de referência do modelo, que é o mesmo do veículo sem isenção.
Pode, por endosso na apólice vigente, apresentando a nota fiscal da instalação. A cobertura do equipamento passa a valer a partir dessa inclusão.
Cobre, pela cobertura de colisão da própria apólice, com a franquia aplicada normalmente. É o caso do carro riscado ou amassado no estacionamento sem que ninguém assuma.
Depende da seguradora e da situação do veículo. Carro zero costuma dispensar, carro usado ou com seguro vencido costuma exigir. A vistoria hoje é feita por aplicativo na maior parte das companhias.
A seguradora é fiscalizada pela Susep, emite apólice e tem reservas exigidas por lei. Associação de proteção veicular opera por rateio entre associados, sem apólice e sem a mesma fiscalização. Quando o rateio não cobre, quem fica sem é o associado.
Um contato, várias companhias comparadas nas mesmas coberturas e um corretor que continua com você na renovação e no sinistro.
