Nota fiscal
Substitui a vistoria e prova o valor enquanto a placa não sai.
O carro novo tem uma característica que nenhum outro tem: perde valor no dia seguinte à compra. A cláusula de reposição por veículo novo existe para cobrir exatamente essa queda, e ela só está disponível enquanto o carro é zero.
Seguro para carro zero quilômetro é a apólice contratada na saída da concessionária, com dispensa de vistoria mediante nota fiscal e com a opção de cláusula de reposição por veículo novo, que indeniza pelo valor de um carro zero em vez do valor de mercado.
Esta é uma das opções explicadas no guia completo de seguro auto da WTS.
Substitui a vistoria e prova o valor enquanto a placa não sai.
Indeniza com um zero, não com a tabela do dia. Vale por prazo definido.
A cobertura precisa começar antes de o carro cruzar o portão da loja.
Se financiado, a apólice costuma ser condição para liberar o carro.
Três diferenças práticas em relação a qualquer outro seguro auto.
No carro zero quilômetro, a seguradora aceita a nota fiscal no lugar da vistoria, oferece a reposição por veículo novo por prazo limitado e costuma precificar o risco de roubo com base no modelo, já que não existe histórico do veículo.
A garantia de fábrica e o seguro não se sobrepõem. A garantia responde por defeito de fabricação; colisão, roubo, incêndio e dano a terceiros só existem na apólice.
É a cláusula que separa a apólice do carro zero de todas as outras.
A indenização integral comum segue a tabela de referência do dia do sinistro. No carro zero, essa tabela já está abaixo do que você pagou na nota, porque a depreciação começa na saída da concessionária.
A reposição por veículo novo resolve isso: em perda total ou roubo dentro do prazo contratado, a seguradora indeniza pelo valor de um carro zero do mesmo modelo, e não pela tabela depreciada. O prazo varia entre companhias e é contado da data da nota fiscal.
A diferença entre as duas indenizações é a conta que importa. Quem financiou boa parte do carro corre o risco de a indenização comum não cobrir o saldo devedor, e é nesse cenário que a cláusula deixa de ser detalhe e vira a razão de contratar.
O prazoda reposição por veículo novo muda de seguradora para seguradora e é contado da nota fiscal, não da apólice.Cláusula de indenização por veículo novo em apólices de seguro de automóvel
A ordem certa entre nota fiscal, apólice e retirada.
A apólice do carro zero deve estar emitida antes de o veículo sair da concessionária, e a nota fiscal é o documento que permite fazer isso sem placa e sem vistoria.
Peça a cotação com o modelo e a versão já definidos. Com o preço do seguro em mãos, a comparação com a oferta da concessionária fica objetiva.
Envie a nota ao corretor. A seguradora usa o número do chassi e o valor da nota para emitir a apólice, sem depender do emplacamento.
A cobertura passa a valer na data e hora escritas na apólice. Retire o carro só depois de receber a confirmação da emissão.
Quatro pontos para comparar antes de assinar no balcão.
A concessionária costuma oferecer o seguro de uma única companhia parceira, e a comparação com o mercado é o que revela se aquela proposta é boa ou apenas conveniente.
| Ponto | Na concessionária | Com um corretor |
|---|---|---|
| Número de seguradoras | Uma, a parceira comercial da loja | Várias, cotadas nas mesmas coberturas. |
| Reposição por novo | Pode vir com prazo curto ou nem constar | Prazo comparado entre companhias antes da escolha. |
| Franquia e limites | Padronizados no pacote da loja | Ajustados ao seu uso e à sua reserva financeira. |
| Depois da compra | Atendimento volta para a seguradora, sem intermediário | O mesmo corretor acompanha renovação e sinistro. |
Nada impede aceitar a oferta da concessionária. O que não faz sentido é aceitar sem ter um segundo número na mão para comparar.
Seis perguntas que aparecem só em quem tem carro novo.
A queda de valor do primeiro ano é o motivo pelo qual o seguro do carro zero tem regras próprias e merece atenção maior que uma renovação comum.
Costuma ser, porque o valor segurado está no ponto mais alto. Em compensação, a aceitação é ampla e a assistência costuma vir em condição melhor.
Não necessariamente. Ela segue a tabela do dia do sinistro, que fica abaixo do valor de nota logo nos primeiros meses.
O banco recebe primeiro o saldo devedor e o restante vai para você. Sem reposição por novo, pode não sobrar nada.
Não. Ele serve de referência até o emplacamento e durante o prazo da cláusula de reposição. Depois, vale a tabela.
Dá para transferir por endosso, com ajuste de prêmio. Vale comparar com uma apólice nova, que pode trazer a reposição por novo.
Vem, desde que a apólice anterior seja apresentada e esteja dentro do prazo aceito pela seguradora.
Páginas ligadas a esta decisão, dentro do mesmo assunto e no passo seguinte da sua proteção.
Cada link abaixo leva a uma página com regra, prazo e preço próprios, escrita para a situação que ela descreve.
A nota fiscal chega antes da placa, e é ela que emite a apólice.
No carro zero, o corretor da WTS emite a apólice com a nota fiscal e compara o prazo de reposição por veículo novo entre as seguradoras antes de o carro sair da concessionária.
Vou retirar meu carro zero na sexta. A loja ofereceu um seguro, é bom?
Pode ser. Eduardo, da WTS. Me manda a proposta deles e a nota fiscal do carro que eu comparo hoje, antes da sexta.
Nota fiscal e proposta enviadas
Vi aqui. A proposta da loja não tem reposição por veículo novo. Num zero financiado, isso é o que evita ficar com dívida e sem carro se der perda total no primeiro ano.
E dá para emitir sem a placa?
Dá. A seguradora usa o chassi e a nota. A placa entra depois por endosso. Vou te mandar duas propostas com reposição por novo e o prazo de cada uma escrito.
O que quem acabou de comprar um carro novo pergunta ao corretor.
Não. A seguradora emite a apólice com o chassi e a nota fiscal, e o emplacamento é informado depois por endosso. Esperar a placa deixa o carro descoberto justamente nos primeiros dias.
O prazo é definido por cada seguradora e contado a partir da data da nota fiscal. Comparar esse prazo entre propostas é uma das decisões mais importantes na apólice do carro zero.
Não. A escolha da seguradora é livre. Quando o carro é financiado, o que a instituição exige é a existência de uma apólice com as coberturas mínimas, não uma companhia específica.
Em regra não. A nota fiscal substitui a vistoria prévia porque o veículo não tem histórico nem avarias a registrar. Se houver acessório instalado na loja, ele precisa ser declarado.
Não. A garantia responde por defeitos de fabricação. Roubo, furto, colisão, incêndio e danos a terceiros só são cobertos por apólice de seguro.
Para quem financiou e não quer surpresa no primeiro conserto, costuma valer. Para quem usa pouco o carro e tem garagem fechada, a franquia normal pode compensar mais.
Só se for declarado e coberto pela cláusula de acessórios. Multimídia, rodas e películas instaladas na loja não são item de fábrica e precisam constar da apólice.
Pode, por endosso de substituição de veículo, com recálculo do prêmio. Antes de transferir, vale cotar uma apólice nova, que pode oferecer condições melhores para o carro zero.
Cobre se a apólice já estiver emitida com data e hora de início anteriores à retirada. Sem apólice, esse trajeto é o primeiro deslocamento descoberto de um carro novo.
Depende do modelo, do CEP, do perfil do condutor e da presença de reposição por novo. Como o valor segurado é o mais alto da vida do carro, o prêmio tende a ser maior que o da renovação seguinte.
Apólice emitida com a nota fiscal, reposição por veículo novo comparada e a sua classe de bônus preservada.
