O que entra na apólice
Cada cobertura tem limite próprio escrito no contrato.
A exigência para dirigir no Mercosul
Carta Verde é o seguro exigido para circular de carro nos países do Mercosul. Ela cobre danos a terceiros no exterior e não substitui a apólice do seu veículo.
Seguro Carta Verde é a apólice de responsabilidade civil exigida para circulação de veículos entre os países do Mercosul, com cobertura para danos causados a terceiros no país visitado.
Esta é uma das opções explicadas no guia completo de seguro auto da WTS.
Cada cobertura tem limite próprio escrito no contrato.
A franquia é a parte do conserto que não é indenizada.
Modelo, uso, região e histórico do condutor entram na conta.
O mesmo corretor responde na contratação e no sinistro.
O ponto de partida para saber se é isso que você precisa.
Seguro Carta Verde é a apólice de responsabilidade civil exigida para circulação de veículos entre os países do Mercosul, com cobertura para danos causados a terceiros no país visitado.
A fiscalização acontece na fronteira e a ausência do documento pode impedir a entrada. Ele é emitido por seguradoras autorizadas e tem vigência definida por período de viagem.
A Carta Verde cobre o que você causa a outras pessoas no exterior. O seu próprio carro continua dependendo da apólice nacional, que precisa prever circulação fora do país.
O núcleo é comum entre as seguradoras. O que muda são limites e exclusões.
A Carta Verde responde pelos danos que o seu veículo causa a terceiros no país visitado, dentro dos limites do acordo.
Quem quer o próprio carro protegido fora do país precisa de apólice nacional com previsão expressa de circulação no exterior.
O que entra na conta antes de a proposta chegar até você.
O preço de seguro Carta Verde é calculado pelo risco do conjunto veículo, condutor, uso e região, e por isso a mesma cobertura chega com valores diferentes em cada seguradora.
Nenhum valor é publicado sem fonte. A WTS envia o número da sua cotação depois da análise de risco de cada seguradora.
O que costuma decidir entre contratar e adiar.
Quem procura seguro Carta Verde costuma chegar com a mesma dúvida prática, e ela raramente está respondida na página da seguradora.
Nem sempre. Algumas apólices preveem circulação no Mercosul e outras excluem. É preciso confirmar antes de viajar.
O ideal é emitir antes da viagem. Deixar para a fronteira significa depender de estrutura e horário do posto.
Não. Ela responde por danos a terceiros. O seu veículo depende da apólice nacional com previsão de exterior.
Vale para os países que participam do acordo. Fora deles, a exigência e a cobertura são diferentes.
Páginas ligadas a esta decisão, dentro do mesmo assunto e no passo seguinte da sua proteção.
Cada link abaixo leva a uma página com regra, prazo e preço próprios, escrita para a situação que ela descreve.
É obrigatória para cruzar a fronteira e cobre terceiros no exterior.
Na carta verde, o atendimento da WTS explica que ela é o seguro de responsabilidade civil obrigatório para circular nos países do Mercosul, contratado por período de viagem.
Vou de carro para a Argentina. O meu seguro auto vale lá?
Para terceiros, não. Bruno, da WTS. Nos países do Mercosul é obrigatória a carta verde, que é o seguro de responsabilidade civil para circular lá.
E se eu bater o meu carro lá?
Aí depende da sua apólice: algumas estendem o casco ao Mercosul, outras não. Me manda a apólice que eu confiro, e emito a carta verde pelo período da viagem.
As dúvidas que aparecem na cotação, respondidas por quem atende sinistro.
É exigida na fronteira dos países do acordo como comprovação de seguro de responsabilidade civil. Sem o documento, a entrada do veículo pode ser recusada.
Não cobre. Ela responde apenas por danos causados a terceiros no país visitado. A proteção do seu veículo depende da apólice nacional prever circulação no exterior.
Com alguns dias de antecedência, para ajustar a vigência ao período da viagem e evitar depender do horário de atendimento na fronteira.
Seguradoras autorizadas a operar o produto. A corretora providencia a emissão com a vigência alinhada aos dias em que o veículo vai circular fora do país.
Tem, e ele segue as regras do país onde o acidente acontece, conforme o acordo entre os países signatários. O documento comprova a existência da cobertura na fronteira.
A locadora costuma providenciar a documentação para saída do país, quando permite a viagem internacional. É preciso autorização expressa dela no contrato de locação.
O documento vale para os países que participam do acordo. Para os demais, a exigência de seguro é definida pela legislação local e precisa ser verificada antes da viagem.
A apólice define. Oficina referenciada costuma trazer franquia reduzida e garantia do serviço, e livre escolha costuma ter reembolso com limite. Os dois modelos aparecem nas propostas e mudam o preço.
Sim. A classe de bônus acompanha o segurado e é transferida na troca de companhia, desde que a apólice anterior seja apresentada. O corretor cuida dessa transferência na emissão.
Pode, por endosso na apólice vigente. A inclusão pode alterar o prêmio, porque o cálculo considera o perfil de quem dirige o veículo.
Um contato, várias companhias comparadas nas mesmas coberturas e um corretor que continua com você na renovação e no sinistro.
